por TR em segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Meio aturdido, não tanto pelo que me é - espero que por ora... - ininteligível, como nesta passagem
Só que - digamo-lo parafraseando Torga - a universalidade consonante com as exigências que inervam tanto o "mundo da vida" como o "mundo do direito" é a intencionalmente significante e materialmente densificante poiético-reflexiva referência ao intersubjectivo-dialogante entretecido horizonte prático-axiológico da experiência problemático-concreta, e não, de modo algum, a lógico-apofanticamente induzida generalização a partir de qualquer espécie. (Fernando Bronze, Lições de Introdução ao Direito, 1ª ed., 2002, pp. 332-333)
colocada, por mim, por brincadeira, mas pelo texto em que a passagem se intercala e que (julgo) ter compreendido.
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(1) 1º ano - Introdução ao Direito - Baptista Machado - "não conhecia desta escrita". (2) 2º ano - Direito Penal I r II- Figueiredo Dias - "não sabia que havia livros assim" (menos pasmo) (3) 3º ano - Direito Processual Penal I (objecto do processo) - Castanheira Neves - "não sabia que havia textos assim" (volta o espanto) (4) 4º ano - saindo do trilho - Fernando Bronze - "uff...ou já me esqueci...ou não sabia que..."...
(2) Título do post, sentido subliminar, embora lateral, da nota (1): Em busca do sentido perdido.