Noites perdidas, mas nunca esquecidas
Onde todos saem à rua com um só objectivo
Assustar e festejar
O Halloween anda no ar!
Bruxas, Fantasmas e outros Horrores
Passeiam à noite na cidade
Onde reina o medo
Mas principlamente um espírito de festividade
Uma vez por ano juntam-se os as crianças
Com doces e travessuras
Onde surgem desconfianças
Por andarem às escuras
Todos já sofremos um susto
Mesmo até na infância
Onde ultrapassámos os medos
Ganhando confiança.
Inês Silva
(este post é da autoria de Tamara Faria)

Site:
http://www.chicote-mag.com/
Descrição da empresa:
Chicote — vai doer!
revista de Cidades e Vãos de escada
Largo da Graça 82, Villa Sousa, Porta 3, 2º - 1170-165 Lisboa
arquitectura, artes visuais, cinema, design, escrita, fotografia, ilustração, moda, meios interactivos, rádio, música, performance, teatro, vídeo, ecologia e indústrias criativas
Missão:
Promove o cosmopolitismo cultural, estimula a criatividade, defende as indústrias criativas, promove a internacionalização dos autores e marcas culturais, dissemina as boas práticas criativas, contribui para a formação de públicos urbanos exigentes.
fonte: http://www.facebook.com/pages/CHICOTE/108433699204770#!/pages/CHICOTE/108433699204770?v=info
Primeiro número (Outubro 2010) já nas bancas!
Fórum Ciência e Educação: "O Direito num Mundo em Constante Mutação"
por Ana Teixeira em quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O ilustre convidado dissertará sobre o tema O Direito num Mundo em Constante Mutação ´já no próximo dia 26 de Outubro, às 18h30, no Teatro do Campo Alegre.
A entrada é livre =)
Do realizador Anton Corbijn, inspirado no livro escrito pela viúva de Ian Curtis, Deborah Curtis, Control (2007), é a biografia de uma das personagens mais importantes do rock, mais precisamente do pós-punk: Curtis, vocalista dos Joy Division, banda formada em 1976, em Salford, nos subúrbios de Manchester. E provavelmente não mereceria destaque, o que acontece aliás com a maioria dos filmes biográficos, contudo, Sam Riley faz com que o filme salte um bocado fora da ideia de biografia, encarnando a personagem na perfeição, como se fosse uma mera personagem de um qualquer filme. Aliás, de muitos filmes biográfico que já vi, nunca tinha visto nenhum em que as semelhanças fossem tantas. E para tal basta ver os vídeos que espalhados pela internet e compará-los com os excertos do filme (aliás, alguns dos vídeos têm correspondência no filme e muitos estão identificados enquanto da banda, quando na realidade são excertos do filme).
O que ajuda o filme a ganhar uma dimensão perturbadora, especialmente quando Curtis não encaixa no estereótipo de músico morto precocemente devido ao consumo de drogas e álcool. Pelo contrário: à personagem melancólica, apagada, cinzenta, poeticamente torturada e deprimida que torna os Joy Division num daqueles casos raros de música desaconselhada para quem está triste (embora também não aconselhável a alguém que está bem disposto e que pretende ouvir um cd inteiro), junta-se a interpretação perfeita de Riley, encarnando o medo que Curtis desenvolve da epilepsia, quando num dia vê à sua frente uma mulher a ter um ataque, descobrindo mais tarde que ele próprio é epiléptico. O que o começa a consumir cada vez mais, especialmente porque os ataques passam a ser constantes em palco devido às luzes e à pressão dos concertos, fazendo com que a sua dança se torne bastante famosa (o que não deixa de ser mórbido) e com que tenha cada vez mais dificuldade em lidar com a fama em ascensão. Depois de tentar frustradamente o suicídio por overdose de comprimidos para a epilepsia, e antes do início da tournée americana, Curtis enforca-se na cozinha de Deborah ao som de The Idiot de Iggy Pop, quando tinha apenas 23 anos, deixando para trás um dos mais importantes legados da música actual (não é com dificuldade que se encontra um punhado de bandas recentes que tentam imitar o semblante de Curtis) e o nascimento dos New Order (que foram pioneiros na mistura entre a electrónica e o rock, a qual já estava presente nos Joy division).
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O JORNAL TRIBUNA intervirá hoje, da parte da tarde (a partir das 17h50), na Conferência "República(s) e Neorepublicanismo(s)", nas pessoas dos seus directores Francisco Noronha e Inês Pinto.
A todos os leitores do Tribuna fica o convite para marcarem presença na Quinta da Caverneira, na Maia. A entrada é gratuita.
Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.
Eugénio de Andrade
Em 1974 Robert M.Pirsig parte numa viagem de mota pelos Estados Unidos com o seu filho adolescente Chris e dois amigos. Ao longo da silenciosa redescoberta do seu país Robert reflecte sobre a vida e sobre o "Bem", entre outros temas mais ou menos filosóficos.
Desta jornada nasce o bestseller (4 milhões de cópias) que mais vezes foi rejeitado pelas editoras (121 vezes).
Na origem de toda esta rejeição, está talvez o nome da, mais tarde considerada obra prima, "Zen and the Art of Motorcycle Maintenance" (Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas).
Recentemente o autor retirou os direitos que possuía sobre a obra, pelo que esta pode ser lida online na versão inglesa em http://www.design.caltech.edu/Misc/pirsig.html.



