O que têm em comum

por Francisco em quarta-feira, 6 de outubro de 2010

... Bootsy Collins e George Clinton?
Além das letras de amor melosíssimas, ambos fizeram parte - Collins como baixista, Clinton como vocalista - dos míticos Parliament e Funkadelic, duas* das maiores bandas de funk do mundo (e que são praticamente irmãs gémeas - não havia uma grande distinção entre o grupo de amigos que tocava nos Parliament ou nos Funkadelic) nos anos 70 e cujo legado se repercute por tudo o que é bom funk feito nos dias de hoje.

Depois da separação, ambos seguiram carreiras a solo bem sucedidas, e é dessas carreiras que trago dois exemplares, um de cada um, ligados pelo mesmo tema: Amor.
Ambos de sonoridade muito refinada e melodiosa e com letras dulcíssimas. Deliciem-se:

George Clinton - "Pot sharing tots" (álbum Computer Games, 1982)



Bootsy Collins - "What's a telephone bill?" (álbum Ahh...The Name Is Bootsy, Baby!, 1977)



*E os Sly and the Family Stone, claro.

Fórum Económico Mundial avalia competitividade dos países da UE

por Ana Teixeira


O Fórum Económico Mundial providenciou ao Conselho Informal dos Ministros da Economia da UE, a 30 de Setembro, uma análise da competitividade dos países da UE em relação aos EUA e aos Tigres Asiáticos (sendo avaliadas 139 economias) em reposta ao pedido do Ministro da Economia da Bélgca, país que presidia ao Conselho.

Na reunião dita reunião foi discutida a futura política de desenvolvimento ao nível da UE, assim como as estratégias de competitividade a ser adoptadas por cada Estado. Cinco dos países europeus estão entre as dez economias mais competitivas.

por Ana Teixeira


Com a moderação de Tomás Magalhães Carneiro

Aquecimento Global

por InCa

Ne restons pas muets face aux violences conjugales

por Anónimo

Centenário da República Portuguesa: O melhor presente à Nação!

por Anónimo em terça-feira, 5 de outubro de 2010

Hoje a República Portuguesa faz 100 anos.

Neste dia um dos maiores presentes dados ao desenvolvimento científico do nosso país foi oferecido por António Champalimaud.

O Centro Champalimaud para o Desconhecido pretende ser um marco mundial na investigação de ponta na área do cancro e das neurociências.




Annie Hall

por Ana Teixeira em segunda-feira, 4 de outubro de 2010

por Ana Teixeira

Annie Hall é um das obras mais conhecidas (senão a mais conhecida) de Woody Allen. Produzido em 1977, veio revolucionar a mentalidade dos anos 70, exercendo grande influencia na mentalidade da época. É incrível como a personagem de Annie Hall introduz uma nova luz no paradigma do Homem moderno, preso no caos de uma cidade como Nova Iorque.

Crítica social, sátira, Paranóia, Loucura, um toque do elemento ridículo e uma enorme necessidade de diferir de todos os outros. É esta a combinação que marca o espírito do filme, o que nos leva a concluir que a alienação social não é algo que deva ser combatido mas antes algo que deve ser aproveitado, que encaixar num molde é algo que não faz sentido porque a creta altura deixa de haver molde. Apesar de este sentimento de apologia do absurdo estar presente um pouco por muitos dos filmes de Allen podemos afirmar, na minha opinião, que este é único no seu género e que o facto de ser um dos filmes mais conhecidos de sempre nunca será motivo para que seja identificado como convencional ou mesmo comercial, mas essa questão está ao critério de cada um...

Enfim, para os que gostem e para os que tolerem, aqui vai um extracto (próx post)

Qual é a nossa história?

por Anónimo

Suas rugas já contavam longas histórias, seus olhos haviam visto o que era não ter roupa nem calçado, seu estômago soubera o que era não ter nada para matar a fome. Sim, ele vivera sob a face negra de um Regime Ditatorial, ele era do povo, vira cair uma ditadura e nascer uma democracia, mas algo nunca mudou, esse algo era o trabalho, a força que sempre tivera esse povo, que nascera com um pé fora da escola e outro já no campo, lutando sem cessar por uma vida que se prometia melhor e em pouco ou nada melhorou.

Toda a história seria mais interessante se reconstruída pelos ecos das vozes mais idosas cujo conhecimento da vida é bem mais sábia que essas balelas parlamentares sem glória alguma. A vida vai aí num desatino e eu nem sei bem de quem é a culpa nem sei bem de que lado ficar nem sei bem nem sei bem, acho que é isso mesmo. Duas rápidas conclusões: muita fanfarronice sem nunca termos dinheiro algum,  e muita ideologia e parece-me que também não tendo já  valor algum. De tudo isto só retiro um pesaroso pressentimento copiando já o autor anterior a mim: toda a civilização nasce, cresce, chega ao cume e depois morre. E para mim tudo se parece resumir a isto, salvo a sociedade portuguesa. Esta me parece quase sempre estagnada, mas já não sei se isso é do pessimismo (aprendido) que já herdámos ou se na realidade é mesmo assim. Talvez quando for mais velha e mais (menos) sábia eu reflicta melhor sobre isto e consiga perceber o que era para mim ( tão nova ainda) esta confusão. Só tenho uma ambição fazer isto como aquele trabalhador do campo, de modo honesto e imparcial, alheia a ideologias e civilizacionismos, depurando cada ideia e tentando enlouquecer tentando perceber qual foi e é na verdade a nossa história.

De: Cláudia Isabel

COLUNISTAS

por Tribuna

O TRIBUNA blog passará a contar com um novo modelo de colunistas que pode ser consultado na barra lateral direita do blog.
Em cada semana, os colunistas respectivos escreverão em formato livre o que bem entenderem, muitas ou poucas vezes. Aos leitores, fica o convite para comentarem nos mesmos termos: o que bem entenderem (desde que não insultuoso/ofensivo), muitas ou poucas vezes.

Bem vindos ao TRIBUNA blog 2010-2011!


SEMANA 1*
Francisco Noronha
Cláudia Costa
Ana Teixeira
Inês Carvalho

SEMANA 2
Inês Pinto
Ana Cristina Sousa
Manuel Dias
Sara Choupina

SEMANA 3
Zé Bernardo Pinto
Duarte Canotilho
Sara Morgado
Daniela Ramalho

SEMANA 4
Catarina Alves
Ricardo Saraiva
Tamara Faria
Priscila Carvalho

* Semanas correspondentes às tradicionais 4 semanas de cada mês.
No caso de numa semana terminar um mês e se iniciar outro, essa semana contará apenas como semana "4" (a última do mês prestes a terminar). A semana seguinte será, logicamente, a semana "1".