Pessoas, não se esqueçam da reunião de amanhã, dia 29, às 13 horas, no sítio do costume! Ainda temos de escolher os temas para os departamentos, por isso reflictam sobre aquilo que gostariam verdadeiramente de trabalhar, para amanhã deixarmos já tudo definido. Há ainda algumas questões paralelas a tratar, que amanhã serão vistas convenientemente.
Até amanhã!
Jornal Tribuna
Para matar al hombre de la paz
para golpear su frente limpia de pesadillas
tuvieron que convertirse en pesadilla
para vencer al hombre de la paz
tuvieron que congregar todos los odios
y ademas los aviones y los tanques
para batir al hombre de la paz
tuvieron que bombardearlo hacerlo llama
porque el hombre de la paz era una fortaleza
para matar al hombre de la paz
tuvieron que desatar la guerra turbia
para vencer al hombre de la paz
y acallar su voz modesta y taladrante
tuvieron que empujar el terror hasta el abismo
y matar más para seguir matando
para batir al hombre de la paz
tuvieron que asesinarlo muchas veces
porque el hombre de la paz era una fortaleza
para matar al hombre de la paz
tuvieron que imaginar que era una tropa
una armada una hueste una brigada
tuvieron que creer que era otro ejército
pero el hombre de la paz era tan sólo un pueblo
y tenía en sus manos un fusil y un mandato
y eran necesarios más tanques más rencores
más bombas más aviones más oprobios
porque el hombre del paz era una fortaleza
para matar al hombre de la paz
para golpear su frente limpia de pesadillas
tuvieron que convertirse en pesadilla
para vencer al hombre de la paz
tuvieron que afiliarse para siempre a la muerte
matar y matar más para seguir matando
y condenarse a la blindada soledad
para matar al hombre que era un pueblo
tuvieron que quedarse sin el pueblo
Mario Benedetti
Começou hoje um novo ano lectivo na FDUP e o Jornal Tribuna já mexe, com um novo visual aqui no blog - mudança por demais necessária. Salienta-se a actualização dos links da Comunidade FDUP, existindo agora uma extensa lista dos blogs de alunos e professores da nossa Faculdade, e o aspecto visualmente mais agradável.
Mas as mudanças no Tribuna não ficam por aqui. Já existem vários projectos na forja e dentro em breve surgirão novidades. Permaneçam atentos!
Jornal Tribuna
Adenda - caso desejem ter o vosso blog adicionado nos links da Comunidade FDUP, não hesitem em enviar um mail com esse efeito para o endereço tribuna.fdup@iol.pt, ou deixando o link na caixa de comentários.
Pois é, já aí estão os nomes dos novos alunos da nossa Faculdade. Para já são só uns nomes estranhos para nós, daqui a uns tempos serão muito mais que isso, certamente, e daqui a um ano volta tudo ao início, mais um conjunto de nomes, uns bizarros, outros mais vulgares, e o ciclo volta ao início. Já é a terceira vez que vejo isso acontecer e nunca me canso - um conjunto de pessoas, provenientes de vários pontos do país, que dentro em pouco tempo serão amigos para uma vida.
Engraçado, no mínimo.
Sejam bem vindos =)
Uma aventura no mundo do trabalho por Isabel Alçada
por Ricardo Mesquita em domingo, 1 de agosto de 2010
Há que dizer uma coisa: gosto de Portugal. Gosto mesmo, que isto dos apelos insondáveis da terra onde se nasce está bom de ver que persiste mais e melhor do que se explica. Um dia chegarei à política, quem sabe, dizendo aos portugueses que gosto de Portugal. Que até tenho um desses "kits patrióticos" com uma bandeira à la carte - desses que embelezam corta-unhas e as vestes interiores, que isto de gostar implica levar a coisa a fundo e pô-la à venda com uma inscrição "made in china", que o lucro faz com que se vista qualquer camisola e se ame qualquer país, desde que bom pagador, claro está. E o pior é pensar que há quem ganhe eleições a dizer que gosta do país. A política é um mundo movediço, com uma engenharia muito própria, diriam alguns. E provavelmente devo eu concluir que não estou maduro para mandar e desmandar na amada pátria, porque o gostar, senhor Ricardo, implica fazer muitos sacrifícios - sacrifica-se a honestidade, a seriedade e destrói-se a economia e as finanças, em nome desse amor à prova e contra tudo.Não sou capaz de um amor desses. Um amor desses é ferida que dói e se sente. Não agora, mas um dia. Tenho aprendido o que é o amor à pátria com esta ministra da educação, por exemplo. Ler os jornais desta pérola atlântica que é Portugal é saber que há uma ministra, grande portento da erudição, que quer acabar com os chumbos. Não, a ministra não tem fama de dentista e se deu com a língua nos dentes nos jornais de hoje, não consta que tenha quebrado o belo sorriso de gesso que lhe enfeita as feições. Anda a dar-se esta pérola a porcos, e é já há muito tempo. Há demasiado, diga-se.
Mas Portugal está contaminado desse amor doentio - esse paternalismo de falsete que consiste em amar os filhos mesmo por cima dos seus erros. Porque a ministra não quererá reconhecer que o erro será precisamente seu e esse - o da educação que estará a dar aos amados filhos da Pátria. Que é que se espera? Que a Pátria se transforme em maralhal de génios e eruditos por decreto? Ou quer-se chamar de política educativa a mais uma das tentativas de cosmética estatística que consiste em reportar às instâncias europeias a fabulosa progressão do país?
E o pior é que, embora não analfabetos, temo-los iliterados - os tais que educados neste laxismo paroquial de "panos quentes" "não percebem nada de política" e acabam votando em quem lhes faz a cama e lhes compõe os lençóis.
Há dias em não apetece ler os jornais - deve ser a silly season, mas mais silly do que nunca. A ministra deve estar a pensar em mais uma aventura de verão, é o que é, coitada, que isto de ser patroa dos professores é muito para pouco, como qualquer alma caridosa perceberá.
Falha-me aqui a caridade, Deus me perdoe. E a ministra também. Não consigo imaginar profissão mais destruída que a de ser-se professor. Então não é que ser-se professor, nos tempos modernos, implica aulas de defesa pessoal e um cinturão negro? Pois, a pedagogia nos tempos modernos destruiu o mérito, destruiu o civismo e o respeito. O que se quer é canudos - de qualquer universidade que até se pode chegar a primeiro ministro. Nem que depois as criaturinhas doutoras não saibam mais do que os mandar à cabeça uns dos outros.
É o amor-ódio à Pátria, suponho. Mas não consta que países possam ligar a uma APAV.
O amor é uma coisa que vive mais do que se faz e menos do que se diz. Como se vai dizer a um aluno: "Não estudaste, não fizeste nenhum, mas o caminho continua." E, claro, o aluno nunca imaginará que a sorte da sua vida veio de um acto extremado de amor de uma ministra com sorriso de gesso; pensará, apenas, que isto de ter um saco de pancada é altamente. É o estatuto do aluno, veja-se só. Hoje vale tudo. Vale a pena construir um país de faz de conta; vale a pena premiar a estupidez; destruir os limites que devem balizar qualquer relação saudável.
Sugiro à alminha caridosa e ministerial que escreva um livro chamado "uma aventura no mundo do trabalho." Mas que seja sincera. Porque a leitura faz bem (ou fazia no tempo em que escrevia) se se contar a verdade. E diga, senhora ministra, que o país onde não há chumbos é, também, o país que não vai querer os seus trabalhadores; o país que não quer cidadãos deformados, sim, deformados, neste molde de amor cego.
Os amores acabam, senhora ministra. E alguns acabam mal. Porque a senhora pode gostar de uma ideia de país utópica, mas tem de gostar também das pessoas que vivem no país real. Não basta dizer que gosta do país, porque aprendeu que ministro que é ministro, também tem que negociar. Tem que gostar das pessoas; tem que gostar de ver um futuro onde não põe uma corda na garganta do país.
Fala-lhe alguém que não sabe nada do amor. Fala-lhe alguém que ainda acredita que os tabefes que os filhos dão aos professores são os que os pais não lhes deram, em bom tempo se perdeu a oportunidade, está visto. E isto não é amor. É até, quem sabe, fascismo. Porque a democracia, para os senhores, é estar em frente a um precipício e dar um passo à frente. É o "Avançar Portugal." Hoje não digo que gosto de Portugal. Prefiro mostrar que isso é verdade. E, prepare-se senhora ministra, porque neste país ainda se podem chumbar Governos.
Alunos de Direito da Católica querem lista de estudantes e professores dos exames de acesso à Ordem
por Ana em segunda-feira, 28 de junho de 2010
A Associação Académica de Direito da Universidade Católica considera “intolerável” o secretismo que envolveu os exames de acesso à Ordem dos Advogados e escreveu ao bastonário a pedir a lista dos alunos e dos professores que os corrigiram.
A associação alega que "os licenciados submetidos a exame estão a ser instrumentalizados" pelo bastonário (Rui Gaudêncio)
Num comunicado a que a agência Lusa teve hoje acesso, os estudantes referem que ficou demonstrado que “os licenciados submetidos a exame estão a ser instrumentalizados por este bastonário e mais não são do que ‘carne para canhão’, numa batalha eleitoral”.
Assim, solicitam que “numa lógica de transparência” lhes seja facultada “uma lista dos alunos, e respectivas faculdades de origem, que no dia 30 de Março de 2010 realizaram o Exame de Acesso ao Estágio da Ordem dos Advogados, bem como a identificação das pessoas que corrigiram esse exame”.
A associação alega que “em qualquer universidade as pautas são públicas e é um direito fundamental de cada aluno saber quem corrigiu o seu exame”.
“Como grande feito do mandato do bastonário é aclamado o crescente entrave à entrada de novos licenciados para a Ordem, sendo este resultado das profundas alterações introduzidas no sistema de acesso ao direito e o combate à massificação da advocacia, nomeadamente a criação de um exame nacional de acesso ao estágio”, escrevem os alunos, numa referência a uma declaração do bastonário Marinho Pinto.
Na carta, a associação indica que a Ordem está sujeita ao dever de informação dos interessados, previsto na Constituição e no Código de Procedimento Administrativo.
in Publico , 25.06.2010
http://www.publico.pt/Educação/alunos-de-direito-da-catolica-querem-lista-de-estudantes-e-professores-dos-exames-de-acesso-a-ordem_1443655
ONG K9 Creixell -» Salvar Vidas, O cão é o melhor Amigo do Homem
por Anónimo em quinta-feira, 3 de junho de 2010
Penso que um vídeo poderá falar muito mais do que eu....
Mais em... http://ongk9creixelldelportugal.weebly.com/videos.html
http://www.portaldafenix.com/index.php?topic=20567.0

