Apresentação Inaugural do Núcleo do Porto da Amnistia Internacional

por Anónimo em sábado, 21 de novembro de 2009

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Amnistia-Internacional-abriu-nucleo-no-Porto.rtp&headline=20&visual=9&article=295330&tm=8

Ilhas, Marxismo e ditadura

por Duarte Canotilho

Durante a entrevista com o Professor Helder Pacheco (historiador de renome da cidade do porto) falamos de uma possivel solução das ilhas. Aqui fica um excerto comico mas bastante real de como o estado novo via a situação.

"Eles elaboraram um projecto que consistia na criação de um bloco proximo das ilhas, e em que bloco esse com 200 habitações. A ideia era de ir as ilhas, e retirar as pessoas da ilha para o bloco, depois fazer obras na ilha com um projecto de arquitectura que a transforma num bairro, e depois realojar as pessoas que estavam no bloco de novo na ilha (que já não é uma ilha, mas sim um bairro).
(...)
O que inviabilizou este modelo foi o facto de eles se terem inspirado num bairro de viena chamado Viena Vermelha, onde havia blocos deste género que se chamavam Karl Marx Off. Quando o presidente descobriu isso ficou furioso, e disse publicamente que não permitia que se avançasse com o modelo, pois iam construir ilhas aéreas e que não podia aceitar-se um caravanzaralho (vem de Caravanzarai tenda dos beduínos onde são guardados animais).
Por outro lado o estado novo não estava interessado em construir habitação social pois não queria concentrações de população, muito menos as de operários. Interessava era dissolve-las e espalha-las pela periferia da cidade, de modo a que o centro pudesse ser ocupado pelo capital monopolista composto pela banca, serviços e escritórios que é o que ainda temos hoje. Eu diria que em vez de ser planeada a qualidade de vida e o futuro da cidade, eles planificaram a sua destruição em função de interesses. (...)
É uma conspiração contra a cidade"

Fabulosa entrevista com momentos geniais

Lenin 2

por Zenhas Mesquita em sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Para quem se recusa a aceitar os factos

Estudos sobre V.I.Lenin

por Zenhas Mesquita



A intensidade da Cólera de Lenin em carta:

Comrades! The insurrection of five Kulak districts should be pitilessly supressed. The interests of the whole revolution require this because ‘the last decisive battle’ with the kulaks is now under way everywhere. As example must be demonstrated.
1- Hang( and make sure that the hanging takes place in full view of the people) no fewer than one hundred known kulaks, rich moen, bloodsuckers.
2- Publish theirn names.
3- Seize all their grain from them.
4- Designate hostages in accordance with yesterday’s telegram.
Do it such a fashion that for hundreds of kilometres around the people might see, tremble, know, shout : they are strangling and will strangle to death the bloodsucking Kulaks.
Telegraph receipt and implementation.
Yours, Lenin.
Find some truly hard people.

« These words were so schocking in tone and content that they were kept secret during the Soviet period. The lax definition of victims – ‘kulaks, rich men, bloodsuckers’ – was a virtual guarantee that abuse would occur. The entire message invited such abuse. Persons were to be judicially murdered simply for belonging to a social category.
Indeed Lenin was treating whole areas of Penza province as ‘Kulak districts’. By his extravagant language he increased the hazard of armed units marching into villages and treating everyone as kulaks. He wanted to intimidate the whole rural population, not just the rich minority. »

Havia nele um certo prazer no terror que queria implementar :

I tis devilishly important to finish off Yudenich( precisely to finish him off: give him a thorough beating). If the offensive[ by him] hás started, isn’t it posible to mobilise 20 thousand Petrograd workers plus 10 thousand bourgeois, place artillery behind them, shoot several hundred and achieve a real mass impacto n Yudenich? “

Retirado de “ Lenin, a biography “ de Robert Service.

HOJE:

por Francisco em quarta-feira, 18 de novembro de 2009


# 36 às terças

por TR em terça-feira, 17 de novembro de 2009

Quando a vida embeleza a literatura, lembrando que nem tudo é alea (ou que se calhar até o é). Pilar del Río, na Pública de domingo.

“Quando é que percebeu a sua vida tinha mudado por causa do encontro com José?
Quando nos encontrámos. No dia seguinte telefonou-me para pedir a minha morada. Na época tinha um meio namorado, e quando cheguei a Espanha disse-lhe que já não o queria ver mais. Fiquei livre, sem relações, sem amante. Sabia que algo ia acontecer. E aconteceu: uns meses depois, José chegou, sem que tivesse havido uma carta, uma comunicação, nada. Apareceu em Sevilha. Eu sabia que ia aparecer, mais tarde ou mais cedo.

Como é que sabia?
Sabia. E de Junho a Novembro, que foi quando chegou o José, não houve mais ninguém na minha vida. Ninguém se podia aproximar. Eu estava à espera dele.

Por que é que a impressionou tanto?
Não me impressionou. Éramos tão parecidos, partilhávamos tanta coisa que era impossível que não as compartilhássemos. Não o conhecia pelas duas horas que passei com ele, conhecia-o pelo que escrevia.

O que é que conhecia? Nesses meses, continuou a procurá-lo a partir do que ele escrevia?
Não podia. Em espanhol estavam apenas traduzidos dois livros, o Memorial do Convento e o Ano da Morte de Ricardo Reis. Quando nos conhecemos, ele estava a escrever A Jangada de Pedra. Está lá descrito o nosso encontro: de outra maneira, noutro sítio, mas há uma mulher, e de repente ele sabe que é aquela a mulher, que tem de ser. Ele sabe que algo se passou, e ela sabe, não se verbaliza, mas ambos preparam as suas vidas.”

Errâncias - as fotografias publicáveis

por Inês em segunda-feira, 16 de novembro de 2009


O Errâncias!



Vista de casa da Rosa.


Estação de Mosteirô.





Serra do Montemuro.

Clubbing

por Zenhas Mesquita em domingo, 15 de novembro de 2009

Para quem ficou na cidade foi mais ou menos assim

Trio Bestança com Inês Dedilhado

por Francisco

"Já fui a Pinhel, Cinfães e Pocinho
fui-te conhecendo, bem devagarinho
Ah!, fui um bom amante
sou sempre um Errante..."

Protagonistas do Errâncias

por Inês P.

- Belas paisagens

- Chuva :D
- Job
- Subida a penhascos
- Uma meia preta
- Uma carrinha vermelha
- Olhares fulminantes de senhoras da terra
- Poesia e rimas
- Um café Convívio
- Bestança
- Lareira
- Chapéus que não lembram a ninguém
- Telepatia
- Uma aldeia adormecida
- Muita música


E o Minis!