AGNU ´09-UM EVENTO QUE NINGUÉM QUERERÁ PERDER

por Anónimo em domingo, 25 de outubro de 2009

No dia 2 DE DEZEMBRO NA FDUP ocorrerá uma simulação da ASSEMBLEIA GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS promovida pela coordenação da Amnistia Internacional, IFJ, AEFDUP e SdD!

O objectivo é uma vez mais à semelhança do que a aconteceu com a conferência de Joaquin Martinez ASSINALAR A LUTA CONTRA A PENA DE MORTE! através de um evento deveras CATIVANTE, DIFERENTE E PEDAGÓGICO.

Não percam esta oportunidade e INSCREVAM-SE, não estarão somente nO papel de um orAdOr, de um polÍtiCo, AdvOgado ou actIviSta mas sim no papel do DELEGADO Do PAÍS QUE TU ESCOLHESTE!

Consultem o site http://agnufdup.blogspot.com/ e MOSTREM QUE SÃO CAPAZES DE ARGUMENTAREM SOBRE A MESA UM TEMA TÃO CONTROVERSO E COM POSIÇÕES FORTEMENTE OPOSTAS!

PARA QUEM GOSTA DE UM BOM DEBATE ASSISTA E PARTICIPE...

Vamos todos conhecer melhor OS DIFERENTES PAÍSES e MOSTRARMOS A NOSSA CAPACIDADE NÃO SÓ DE EXPRESSÃO, NÃO SÓ DE OPINIÃO MAS TAMBÉM DE FIRMEZA NA DEFESA DE UM IDEAL....

Claudia Costa, Activista da AI

Hoje sonhei com isto:

por Sara Morgado

Uns mauzões do Médio Oriente tinham-me raptado para a guerra da papoila do ópio. Fizeram-me escrava numa gruta muito suja no Afeganistão e todos os dias tinha de cuidar das papoilas e fazer aquelas misturas todas até dar heroína. Pedi ao líder para que me libertasse porque tinha a minha vida cá e precisava de voltar. O líder não deixou porque achava que eu estava a mentir e só queria vir contar ao Ocidente todos os segredos da Al-Qaeda no fabrico da heroína, nº 1 em qualidade mundial.

Meu deus.

Fora de horas

por D.

Agora que o tempo quente parece ter de vez feito as suas malas, voltam-se a abrir-se certas gavetas e portas de armários que estavam fechadas. Saem aquelas pequenas coisas que quando o calor lá fora aperta, não precisam sequer de adornar os pescoços ou tapar os braços ou cobrir bem os pés para não se morrer de frio. Fecham-se de vez outras gavetas que só se vão abrir daqui a muitos meses e começa-se a fazer contas aos retratos e postais escritos durante o verão. Nos blocos perdidos pelas secretárias e outras gavetas encontram-se coisas e notas sobre coisas que se deveria ter feito dentro daquela época específica. Existe porventura a tentação de riscar as que foram cumpridas, mas muita coisa ficou por fazer. E recorda-se o último banho de mar, quando ainda havia calor e se estava numa costa muito longe das águas geladas que aqui nos banham. E talvez devessem ter sido mais as tardes a ler livros nos jardins de múltiplas línguas que o palácio oferece, deitados sobre a cidade. E é sempre bom regressar à cidade que serve de base para todas as outras e caminhar sem horas no pulso pelas ruas e por todos os edifícios onde se tem vontade de entrar. Os cafés juntos de turistas e sempre o rio a servir de banda sonora a gargalhadas que se dão em grupo.

Talvez no verão se sorria mais. Também se dorme mais e se tem mais tempo para fazer aquelas coisas de que se gosta mesmo. Muitos voltam para casa e pode-se de novo viver coisas que já não se faziam há muito tempo. O pior de tudo é que o inverno nos rouba os pôr-do-sol com cores variadas e garridas. Traz a noite ainda mais cedo. E embora um dia cresça, todos os outros ficam mais pequenos e a seriedade volta aos nossos lábios. As mãos e os pés ficam frios e a cama torna-se um convite ainda mais agradável. Quase não há vontade de fazer nada que implique sair de casa, e os filmes saltam das prateleiras para serem vistos. Mas às vezes até disso há preguiça. Tal como de pegar nos livros e ler.

São sempre preguiçosos os primeiros dias que antecedem a chegada do inverno.

Novo Núcleo da AI em Paranhos

por Anónimo

A Amnistia Internacional tem como objectivo fundamental alertar as consciências humanas para a Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948) a fim de que a dignidade da Pessoa Humana seja respeitada universalmente. A Assembleia Geral da ONU salientou que os “(…) Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objectivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adopção de medidas progressivas de carácter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efectivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição. “ Mas não bastam só palavras escritas num papel são necessárias acções activas centradas nas situações que não seguem este princípio e desrespeitam os artigos desta Declaração. Como tal um grupo de pessoas inspiradas pela luta em defesa dos Direitos Humanos assumiu formar-se como núcleo da Amnistia cuja área de acção será Paranhos, Porto. Este grupo cujo coordenador é o jornalista André Rangel será inaugurado no próximo dia 14 de Novembro no auditório da Junta de Freguesia de Paranhos tem como principal lema “Educar para os Direitos Humanos” não optando por acções amplas e de grande visibilidade mas sim por uma acção a menor escala ,no contacto directo com as pessoas de modo a sensibilizar todas as faixas etárias para esta luta tão nobre. O tema da inauguração será “Direito Justo da Dignidade: Dever cumprido ou esquecido” em que vozes sonantes da sociedade portuguesa denunciarão uma vez mais a necessidade urgente da luta pela Dignidade Humana. A acção deste núcleo passará pela formação dos alunos desde o ensino básico até ao ensino superior na área dos Direitos Humanos. Paralelamente será organizado trimestralmente um debate sobre causas caras à Amnistia como a mutilação genital, no mesmo auditório. Já nesta linha de pensamento os membros e activistas deste núcleo, no passado dia 14 de Outubro, trouxeram à Faculdade de Direito do Porto a voz sofrida de Joaquin Martinez, quatro anos, retido no corredor da morte. Ele relatou a sua experiência e emocionado falou de como é ver ao fundo do túnel a pena capital e brilhando sobre si a inocência ofuscada por um sistema injusto. Uma pena que desrespeita o artigo III da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Trazer um testemunho real às pessoas tornou-se mais importante do que ouvir os outros a contar a história de alguém. O salão nobre da FDUP ficou com a lágrima ao canto do olho e o coração sensibilizado para a injusta aplicação da pena capital em estados desenvolvidos como EUA. Podemos dizer que o objectivo foi cumprido, todos quantos quiseram, puderam ouvi-lo e criar o seu próprio juízo pró-Amnistia Internacional. Promoveremos mais momentos destes trazendo mais testemunhos ao Porto no âmbito de outras áreas dos Direitos Humanos.
Por último resta-me falar de mais um evento que surge da colaboração entre o núcleo de Paranhos, a Sociedade de Debates da FDUP, a AEFDUP e a IFJ (Iuris FDUP Junior) que se realizará no dia 2 de Dezembro na sala 101 da FDUP: uma simulação da Assembleia Geral da ONU onde os vários países discutirão a sua posição face à Pena de Morte. O objectivo é mais uma vez demonstrar às pessoas o estado dos países face à pena capital, que argumentos têm contra e a favor, e no final perceberem que realmente não há argumentos para tamanho atentado à vida humana. Diria eu “ É tanto criminoso quem manda legalmente matar quem ilegalmente matou”. Dito isto culmino dizendo que como activista deste grupo e falando em nome dos meus colegas estaremos unidos no cumprimento da citação primeira deste texto porque nada no mundo tem mais valor que a integridade da individualidade humana na sua relação com outros e com o mundo. De valorizar todas as acções interventivas socialmente na Defesa da Declaração dos Direitos de cada um de nós!

demokratie

por Manuel Marques Pinto de Rezende

Ich habe gar nichts gegen die Menge;
Doch kommt sie einmal ins Gedränge,
So ruft sie, um den Teufel zu bannen,
Gewiss die Schelme, die Tyrannen.

Goethe

(tradução minha, com falhas, visando somente manter a sonoridade do poema)

Nada tenho contra as Massas;
Mas quando há problemas,
Para se protegerem do demónio,
Chamam a si a Escumalha, os Tiranos.

Toxicodependência--» fenómeno de responsabilidade social

por Anónimo em sábado, 24 de outubro de 2009

"A minha família nunca desistiu de mim, eu é que desisti sempre deles", Joaquim Fonseca ( nome fictício)

Esta foi uma das frases que mais me marcaram e mais me chocaram nesta minha curta experiência terrena por de modo sucinto e forte descrever um mundo tão complexo como o da Droga.

Este testemunho à semelhança do de Joaquin Martinez é daqueles testemunhos em que as lágrimas banham os nossos olhos e fazem cair teimosamente na nossa face de incredulidade e inconsciência.

Sexta-feira passada no âmbito da cadeira de Métodos Qualitativos, Criminologia, eu e dois colegas dirigimo-nos à Quinta do Sol onde está instalada uma pequena comunidade terapeutica para a reabilitação de toxicodependentes e alcoolicos (ART) e fizemos uma entrevista ao director da comunidade bem como a um toxicodependente em reabilitação! ( Por motivos profissionais só mais tarde poderei revelar excertos da entrevista e o modo de funcionamento da instituição neste blogue).

Por agora ficarão algumas considerações e reflexões, um misto de artigo de opinião e crítica!

Para mim a frase inicial resume de modo fantástico todos os sentimentos mais tristes que a dependência de substancias traz à vida de uma pessoa. Nela estão inscritos uma panóplia de sentimentos, receios, medos, remorsos, uma luta entre o Amor e a Droga onde inexplicavelmente a segunda saiu vencedora sobre a primeira durante anos da vida destes actores sociais.

Penso agora no quanto o assunto da toxicodependência está banalizado... O quanto as pessoas "convencionais" conseguem ser egoistas ao ponto de através de um processo de etiquetagem voraz marginalizarem fortemente estas pessoas que não passam de Seres Psiquicamente Doentes tal como seriam os esquizoides, psicoses, neuroses, depressões, entre outros.

Como é que nós Seres Humanos fomos capazes de nos conformarmos com o fenómeno Toxicodependência e o arrumámos numa gaveta para não termos de assinar o termo de responsabilidade social ( que Garófalo já aplicava noutro contexto distinto mas relativamente e somente face ao fenómeno crime e perigosidade. Garófalo considerava os sujeitos como sendo determinados psicologicamente ao cometimento de crimes e como tal eles seriam incapazes de culpa, seriam ser inadaptados socialmente tendo a sociedade de se responsabilizar por eles e neutralizá-los.)

Ora a Toxicodependência é também um fenómeno alvo de responsabilização social mas aqui o nosso papel não é neutralizá-los, irresponsabilizá-los, etiquetá-los, marginalizá-los, olhá-los como desviantes, delinquentes ao mesmo criminosos, Não, o nosso papel é conhecê-los. Criminólogos, socioólogos, psicólogos já o fazem através de métodos qualitativos (de ressalvar grandes correntes como a da Escola de Chicago e Interaccionismo Simbólico) mas não cabe só a nós este papel.

A sociedade mente quando diz conhecer estes actores sociais, Mente descaradamente porque não conhece, nunca acedeu verdadeiramente aos seus significados, nunca os ajudou verdadeiramente, É uma calamidade pública deixarmos países enriquecerem, políticos nadarem em dinheiro, quando estes desgraçados estragam cada vez mais a sua Vida e passam a sobreviver solitariamente num mundo em que o epicentro é a droga e nada mais, NADA MAIS importa...

Faço um Alerta a todos, dispam as gravatas, dispam os formalismos, a cara afiada, Dispam os preconceitos, as etiquetas, Dispam-se e abram a mente ao problema que realmente está à nossa frente, o trabalho não tem que ser só nosso, A sociedade está já tão poluída, tão mecanizada, tão politizada, tão formalizada que todos já saem da realidade, do materialmente acontecido e vivem o seu mundo que não existe, o mundo não é Civilizado, não é humano... Mais parecemos animais egoistas, uns mais domesticados que outros em que Eu estou correcta e os outros a escória... Os toxicodependentes precisam de nós, precisam pelo menos que os conheçámos!!!!!!!!!!

aceitamos o amável convite para uma "honest co-operation" com o Mr. Yi Kwan?

por Francisco em sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Hello Friend,

I am Mr.Yi Kwan, supervisor on investment in Standard Chartered Bank,Hong Kong.; I have a
sensitive, confidential brief from Hong Kong and I am asking for your partnership in re-
profiling funds ($18,500,000.00 USD).

What I require from you is your honest co-operation and I guarantee that this will be
executed under a legitimate arrangement that will protect you and I from any breach of
the law. Please accept my apologies, keep my confidence and disregard this email if you
do not appreciate this proposition I have offered you.

All confirmable documents to back up this fund shall be made available to you, as soon as
I receive your reply via: mryikwan09@yahoo.com

I shall let you know what is required of you.

Regards from,
Yi Kwan

Amanhã há cinema!

por Guilherme Silva em quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Aparece e traz uma garota contigo.

Fora de horas

por TR

Escrever fora de horas é qualquer coisa como escrever fora do nosso tempo habitual de escrita. Para a globalidade das pessoas será, penso eu, de madrugada. Aqui no tribuna, em que cada um tem o seu cantinho num dia, escrever fora de horas é saltar o dia da própria escrita. Isto é, o que faço agora.
Porquê? Porque recebi um email que, felizmente, continha um texto de altíssimo nível, apelidado de "Hombres sin alma". Como - parece-me - textos assim não são fáceis de encontrar, decidi-me a publicá-lo aqui no tribuna. Como me parece, ainda (e já o disse), que o texto é muito bom, decidi retirar todos os obstáculos à sua leitura e publicá-lo aqui integralmente, deixando mais do que o link. Concorde-se ou não, parece-me, acima de tudo, um texto extremamente lúcido (já agora, só não gostei do título "Hombres sin alma"). (http://xlsemanal.finanzas.com/web/firma.php?id_edicion=4607&id_firma=9812)
HOMBRES SIN ALMA
¿Quién no ha probado a comparar la época que le ha tocado vivir con una época anterior? Establecer paralelismos ha sido uno de los ejercicios más socorridos del historiador, que en la semejanza entre dos épocas halla motivos para el fatalismo o la esperanza; y en la repetición de los errores del pasado, una advertencia para los hombres venideros. Sin necesidad de aceptar la teoría del eterno retorno, parece evidente que la historia humana tiende a repetirse cíclicamente; no tanto en sus avatares concretos como en lo que podríamos denominar el `clima cultural´ que los favorece. Sin embargo, existe un factor que distingue nuestra época de cualquier otra época anterior; un factor tan gigantesco que suele pasar inadvertido.
Muchas veces he leído comparaciones entre la época presente y diversas épocas pretéritas: quienes se hallan satisfechos en la época que nos ha tocado vivir la comparan con épocas pasadas de esplendor; quienes se hallan a disgusto, con épocas de decadencia. Pero satisfechos y disgustados suelen pasar por alto el hecho más significativo de nuestro tiempo: nunca el tejido de los vínculos humanos (los vínculos de la tradición que facilitan la transmisión de afectos y conocimientos entre generaciones, los vínculos comunitarios que nos protegen frente a agresiones externas) estuvieron tan deteriorados; y nunca existió un tejido de `hipervínculos´ ideológicos y propagandísticos tan robusto y avasallador. Por supuesto, tales \''hipervínculos\'' han existido en otras épocas históricas; pero, o bien eran defectuosos y rudimentarios, o bien su perfeccionamiento era directamente proporcional a su carácter ceñudo, impositivo, inequívocamente represor; y en uno y otro caso, los vínculos humanos podían desarrollarse, bien ocupando los espacios vacíos, bien actuando como contrapeso de los `hipervínculos´. El edicto de un emperador romano podía imponer, por ejemplo, una religión oficial; pero quienes se encargaban de ejecutarlo no podían evitar que, allá en las catacumbas de la conciencia, muchos ciudadanos romanos profesasen una fe distinta a la oficial; pues los `hipervínculos´ que el emperador trataba de imponer eran mucho más débiles que los vínculos humanos. Stalin podía imponer, mediante una formidable máquina policial, la adhesión unánime al comunismo; pero frente a la imposición oficial represora actuaba como contrapeso la supervivencia de los vínculos humanos, de tal modo que tal adhesión –fingida– no llegaba a penetrar la conciencia; o, si lo hacía, era a través de la violencia, de tal modo que esos `hipervínculos´ artificiosos eran percibidos como una fuerza destructiva y, por lo tanto, indeseable.
En nuestra época, los `hipervínculos´ actúan directamente sobre la conciencia, sin violencia ni imposición, como una lluvia menuda que todo lo impregna, mediante estrategias propagandísticas mucho más eficaces –mucho más avanzadas tecnológicamente– que la mera persecución policial. Para lograr tal violación incruenta de las conciencias se ha completado previamente la disolución de los vínculos humanos que nos protegían de agresiones externas: se ha anulado el sentimiento de pertenencia; se ha devastado ese tejido celular básico de la sociedad donde florecían las adhesiones fuertes y duraderas; se han exaltado las luchas entre sexos, los conflictos generacionales, los rifirrafes ideológicos, hasta dejar las conciencias a la intemperie, siempre con la coartada de una más exigente «búsqueda de libertad». Y como la necesidad de entablar vínculos es constitutiva de la naturaleza humana, esos hombres que han convertido la sociedad humana natural (llámese `familia´, `clan´ o `comunidad religiosa´) en un campo de Agramante o torre de Babel, esos hombres a la greña necesitan encontrar un refugio que los proteja y les espante la zozobra, la sensación de soledad profunda e irremisible. Así, huyendo de la intemperie, entregan gozosos su conciencia a los `hipervínculos´ establecidos desde el poder: comulgan con las ruedas de molino de la ideología triunfante, se adhieren fervorosamente a las consignas establecidas por la propaganda (que ya no perciben como imposiciones, sino como benéficas reglas de supervivencia), rinden en fin su alma desvinculada a la trituradora que los recibe con una sonrisa hospitalaria. Esta nueva forma de esclavitud –universal y gozosa– es el factor más significativo de nuestra época; y lo que la distingue de cualquier otra época pretérita.
Juan Manuel de Prada
P.S. Fez.me lembrar Ortega y Gasset

20 anos

por Luísa em terça-feira, 20 de outubro de 2009

A queda
A surpresa

Um fim e um inicio. Um inicio sem fim.
Liberdade. A tão presada liberdade.
É TEMPO. É HORA.
É a derrota com grande vitória
É o sabor da vida de volta...

E hoje (já) ainda se vendem na Alemanha pedacinhos do muro. A História tornada em estória. O história tornada comércio. E tantas histórias bonitas e tantas por contar...

O semáforo de Potsdamer Platz marca com o vermelho o fim da tristeza. Com o amarelo o inicio da vitória. Com verde a liberdade para construir o futuro...