O nº 24 (Maio 2009) do JORNAL TRIBUNA já se encontra disponível na FDUP e, em breve, em algumas das faculdades da UP (FEP, FEUP, ICBAS, FADEUP, FARMÁCIA, FLUP, UCP), Ordem dos Advogados, bares e espaços culturais.
- 5 comentários • Category: Jornal Tribuna nº 24 Maio 2009 Ano 13
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Há mil milhões de anos, deu-se o Duelo de Rangers Intergalácticos.
O Ranger Branco, do Planeta de Boltreg, e o Ranger Azul, do Planeta de Zatrex, defrontaram-se num duelo há muito esperado pelos adeptos de ambos os planetas.
O duelo começou, embora com apupos da audiência, por se pensar que seria uma luta desigual. De facto, observações mostram que os Zaltrexianos são de estatura mais pequena e franzina e os Boltregueses de dimensões maiores e inevitavelmente com mais força. Ainda assim, os adeptos Zaltrexianos criam nas boas condições físicas do primeiro.
O Ranger Branco iniciou o despique pela defesa e o Ranger Azul, que claramente jogava em casa, pelas cores do ringue, pensava numa forma de se abstrair do peso do equipamento. Entretanto, Ranger Branco atacou e o Ranger Azul foi projectado para fora do ringue.
0-1.
O Ranger Azul sabia que, embora a sua dimensão lhe desse alguma agilidade, não teria força para acertar em Ranger Branco e fazer um K.O..
O jogo terminou aos 0-2 mas, ainda assim, foi um bom jogo.
Actualmente, as duas galáxias convivem pacificamente.
P.S. – A fraca qualidade da fotografia deve-se, naturalmente, ao facto de os satélites naquela altura apenas possuírem máquinas fotográficas VGA.
Filme:The Hours de Stephen Daldry
Clarissa Vaughn:"I remember one morning getting up at dawn, there was such a sense of possibility. You know, that feeling? And I remember thinking to myself: So, this is the beginning of happiness. This is where it starts. And of course there will always be more. It never occurred to me it wasn't the beginning. It was happiness. It was the moment. Right then."
(ouvir e free your mind)
Não arranjei a peça original do autor e sou uma croma que não sabe colocar músicas do pc no post (indirecta para quem saiba)..de qualquer modo esta interpretação está simplesmente brutal,e foi através dela que me apaixonei pela música (a paixão pelo filme já tem anos).
To look life in the face, always, to look life in the face and to know it for what it is. At last to know it, to love it for what it is, and then, to put it away.
Adoro estes curtos momentos, fazem-me sorrir e é quando noto que sou uma pessoa "feliz". Não puxes por mim hoje! E não me faças falar da ociosidade. Não a entenderás como eu a vejo.
(2)
Menina dos olhos tristes,
Faço tudo para não ter que pensar
E mascarando-me de Charles
Desligo o pensamento e Perco-me no luar
Grito ao Amor
(3) Há que entreter a alma para não ligarmos ao que nos rodeia e para estarmos sempre iludidos na felicidade. Só uma petiz criança poderá acreditar na fácil ilusão. Todavia à medida que crescemos trocamos a crença na ilusão por um sentimento de intensa necessidade da mesma. A diferença é que a crença é natural e pouco pensada enquanto que, por outro lado, a necessidade é racionalizada e carregada de receio.
Falo-te da ociosidade pela simples razão de precisar dela. Hoje sei que os momentos em que não faço do ócio o meu presente, são aqueles onde o passado e a perspectiva futura habitam com tal intensidade que me atenuam o sorriso; o pesar dos sonhos, receios, certezas.
Eis que chegamos ao palco principal e só nos pedem uma pequena tarefa: escrever com a tinta com que amamos. O Ponto ajuda-nos se tropeçarmos; o encenador estende-nos as cordas para ficarmos bem seguros.
A ociosidade é coisa má? Não! A ociosidade é o único estilo de vida capaz de balizar a nossa árdua tarefa nos meandros da solidão, querida alma. E tal qual criança trocista, só me rio com o calor do luar e o frio da aurora; tal qual uma criança trocista só me rio com mágoa quando mesmo em pleno ócio observo os outros e a solidão me acompanha.
E agora, eis que dou conta que esta faceta da vida se altera. Infelizmente, o ócio, o ócio como o entendo e o vivo, não é a válvula de escape tal como o desenhei; o ócio, esse mesquinho e fraco ser, não é mais que meros minutos numa pessoa que vive a velocidades estonteantes. O pensamento vence a batalha e o ócio enfraquece, prostrando-se aos pés da razão.
Ó querida alma, o luar volta a ser frio e a aurora fria permanece.
tb publicado aqui ( textos que se relacionam com o tema da ociosidade)
Gostava de descrever este sentimento como a inocência de um passeio de baloiço.
Gostava de dizer que é como dar pontapés na àgua e sorrir como uma criança.
Gostava de dizer que me lembra uma miuda de macacão com um chapéu de palha na cabeça.
Mas estaria a mentir.
Detesto ver a vida de pernas para o ar. Quando tudo parece fora do meu alcance. Quando os pequenos segundos me fazem sentir que a vida é demasiado cansativa e desgastante. É tão fácil lutar por uma coisa e a seguir nos sentirmos sós. Para quê trabalhar em algo e se sentir que os nossos "grandes feitos" foram em vão?
Arr... e quando a vida depende da sorte. Ou do destino. Ou das musas que não conseguimos controlar...
E como me irrita saber que não posso controlar. Consigo controlar-me. Nunca tive pretensões de controlar o mundo.. mas não consigo controlar o meu mundo que me rodeia.
Ai! Ele está de pernas para o ar!
Arr.. o mundo está de pernas para o ar!
Grr.. e eu não consigo fazer nada para o alterar!
Gostava de descrever este sentimento como a inocência de um passeio de baloiço.
Gostava de dizer que é como dar pontapés na àgua e sorrir como uma criança.
Gostava de dizer que me lembra uma miuda de macacão com um chapéu de palha na cabeça.
Mas estaria a mentir.
- Um comentário • Category: O Pretensioso.
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Justificação para os comportamentos estudantis desta semana:
por Sara Morgado em domingo, 3 de maio de 2009
- Não reparei que ainda não terminara o seu cigarro.
- Não tem importância, Lady Narborough. Fumo em demasia. Futuramente, vou ser mais comedida.
-Peço-lhe que não o faça, Lady Ruxton - interveio Lord Henry. - A moderação é fatal. O suficiente é tão mau como uma refeição. O mais do que suficiente é tão bom como um banquete.
in O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde.
Quente. Um simples instante. Suada. Tão casuisticamente inserido na sua banalidade. Máscula. O Mundo remeteu-se ao som ondulante da água e chilrear dos pássaros(não foi?). Cor de pele .A teima de repente ...desteimou. Grande. O tudo tornou-se nada, comparado ao que faltava. Vibrante. Soube por fim o que faltava. O momento. Pensara que era o fim do friozinho na barriga dias antes, mas era afinal o principio... de algo maior. Eco. A cabeça já não ondulava pela incerteza. Risos. O coro insofismável de vozinhas dissonantes inside my head ...cessou. Finalmente. E tão bem que soube. Calmo. O coração. Sim. Afinal ainda povoavas o meu pensamento mesmo que contra a minha vontade. Distante. No teu egocentrismo. Perto. Na tua essência de individualidade. Quero. E quis sorrir, bradar aos céus, lavar a alma...ali ..a ti. Não. Faltou coragem. Medo. O que nos afasta do nosso caminho de socalcos , receando mostrar que afinal não somos feitos de ferro. Quase. No fim do minuto onde cabiam horas. Estranho. Não é? Largaste. E o turbilhão passou. Sim. Afinal sim. Quero. Voltar a sentir a tua mão na minha.
Pós scriptum : Há qualquer coisa na queima. Que a leva a ser odiada por alguns, evitada por outros, raros a ignora-la e muitos a ansiar por ela. Um anseio muito mais abrangente que os meandros da praxe e bem mais também que beber, cair e levantar .Algo inexplicável. O êxtase libertino duma juventude que anseia por certezas. Sim abandonarei o meu casulo de não alinhada por um semana, e juntar-me-ei à plebe maioria. E com muito gosto. Já dizia o hino académico “Mocidade, Oh! Mocidade.Louca, ingénua, e generosa e faminta de ilusão”. Tão verdade.
O General Inverno...
O genreal inverno é um homem de idade avançada
O general inverno nao usa dragonas
O general inverno nao tem pistola
o general inverno nao comanda tropas
o general inverno é cruel
o general inverno não usa peugas, e mesmo assim nao tem frio
o general inverno nunca foi educado em guerra
o general inverno o general inverno não via a bordeis
o general inverno nao tem familia
o general inverno tem como cor preferida o branco
o general inverno é frio
o general inverno é impiedoso
o general inverno gosta dos polos e da russia
o general inverno nunca teve uma condecoração
o general inverno ja foi mais insultado que os arbitros em portugal
o general inverno nao usa cuecas de malha, nem de algodao...
o general inverno ´não é aquele tipo com quem se vai para a queima...
o general inverno nunca falou com ninguem, e dizem que ele nao é autista
o genreal inverno ganhou a grande guerra do norte, derrotou os franceses de napoleao, e destruiu os nazis que se atreveram a desafia-lo
Mas ainda assim é muito prezado por russos em toda a parte... E se a terra é a mae russia, entao certamente o pai é o general inverno, ainda que não haja registos de alugma vez terem constituido familia