A culpa é da UEFA

por Zenhas Mesquita em quarta-feira, 15 de abril de 2009


No rescaldo de tão difícil derrota não há grande motivação para a escrita. Perdoem-me todos os que não gostem de futebol, a todos os que gostam bem percebem a dor que percorre a alma azul e branca. Ainda bem que não sou treinador de futebol, a esta altura no balneário só veríamos cadáveres com cápsulas de cianeto partidas nos dentes e crânios dilacerados por balas de Luger. Como não sou treinador, e ainda bem, ouço temas como este:



SIEG ODER SIBERIEN

O Errâncias na Linha do Douro

por Francisco



Estes somos nós: curiosos, filisteus, diletantes jornalistas.´
Só que em vez do barquito, é de comboio.
Enfim, dinâmicas de grupo. :)

("tem piada... tem piada a vida!") - sem título

por Anónimo em terça-feira, 14 de abril de 2009

Tudo alinhado, o suor nos rostos dos jovens petizes que ansiavam pela sua estreia naquela famosa (muito, muito famosa) Orquestra (gargantuesca Orquestra). As luzes apagadas, certo receio visto que não se sabia ao certo o número de pessoas que componham a plateia. As dúvidas sobre o sucesso do que viria a acontecer: por um lado, se a sala estivesse lotada, quiçá super-lotada, mesmo que a música não contagiasse aquelas pobres almas, era sempre sucesso, visto que o ganancioso Dono tinha os bolsos cheios; por outro lado, se a sala estivesse em pleno choro, vazia, assombrada, mesmo que a música batesse tecla a tecla na perfeição das poucas almas, o Dono fecharia aquele imenso teatro.
As luzes intermitentes anunciavam o início do bailado, até que um jovem, um petiz garçon, subiu ao palco e gritou: "Atenção! Faça-se uma vénia à beleza do que vai ser visto por vós, humildes almas!"
As luzes apagaram-se novamente e, no instante seguinte, a claridade queimou os olhares receosos da plateia. O que foi visto, naquele momento, era algo tão intenso, mas tão intenso que a Fortuna se incarregou de transformar em mito.
O que foi visto:um choro, um lamento.
Lamento pela ociosidade de deuses que habitam lá longe num reino onde a simpatia nunca reinou; deuses esses que aclamaram aos trompetes que rasgassem o coração de quem assistia com o simples objectivo de conhecer o porquê dos pobres homens conseguirem amar. O resultado? Uma carnificina tal, sangue, sangue agitado, lágrimas e poeira! Os deuses esfolaram todos os que se encontravam presentes e não conseguiram descobrir a resposta. Vieram, foram invocados pela simples esperança de desvendar o enigma. Foram embora desiludidos.
Lá dentro, ninguém sobreviveu. Tão forte, tão intenso. No dia a seguir, nos jornais, no Le Figaro, por exemplo, chorou-se as vítimas, mas esqueceram de apontar o essencial à notícia. A falta...

#25 às terças, quase como acaso

por TR

VACILOS
E o escritor, cada vez mais condoído pelo que da sua escrita resultava, começou a chorar todas as noites pelo fardo que tinha de carregar. A caneta vacilava na mão que tremia, e quando finalmente a palavra surgia,
"capacho"
vinha deslocada de tudo o que de mais havia no papel. Capacho, laranjal, etnógrafo, idiossincrático. Nada cruzava com nada, e mão tremia com uma caneta que vacilava, enquanto a folha era escrita, re-escrita, rasurada, rasgada, deixando o escritor cada vez mais condoído pelo que da escrita resultava.
(Chorando todas as noites pelo fardo que tinha de carregar)
Revoltado de uma vida virada tristeza, o escritor resolveu a inverter o triste fado que o cantava, tomando a resolução que para sempre se lhe gravaria no epitáfio.
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Amortalhou a caneta, as folhas, as outras canetas, e deitou-as ao caixão da memória. Para sempre disse então: "nunca escrevi uma linha que fosse nestas 10 décadas em que me engradeço".
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Gorpiato Cantirbo, n. 1900 - m. 2001.
Homem comum, nada dado às artes.
"Filisteu nasci, filisteu morri", ouviu-se ao último suspiro, num esgar raivoso.
Que a terra lhe seja leve.

HOJE:

por Francisco

alea jacta est

por Ary em segunda-feira, 13 de abril de 2009

A maior parte do oxigénio presente na atmosfera terrestre foi libertado por algas.

Páscoa ateia

por Sara Morgado em domingo, 12 de abril de 2009

Hoje é domingo de Páscoa.
Cá em casa faz-se uma mousse de morango para fazer de conta que o almoço foi diferente e não dar um ar demasiado ateu à coisa. As pessoas na mesa são as mesmas, o almoço acaba à mesma hora de todos os almoços de domingo. Uns vão ler, outros dormir, outros ver tv, outros fazer outra coisa qualquer depois de saírem da mesa. Por mais que os pais ateus tentem, não há Páscoa cá em casa.
Mas, mesmo em casa de descrentes, tenta-se qualquer coisa.
É estranha esta forma da religião entrar em casa, nos horários, na moldura das férias da escola e de trabalho, nos feriados e nos dias de descanso, na gastronomia, nas prendas, nas relações com os familiares, nas cidades, nas festas da casa… mesmo que dos ateus. Mesmo dos mais assertivos, que em nada acreditamos e, mesmo não acreditando, vemos a vida moldada pela religião lá de fora e acabamos por não nos importarmos ou sequer ligarmos à nossa cedência.
E, agora que penso, não sei quantos ateus, por mais ateus que sejam, conseguiriam abdicar totalmente de um Natal.

Nunca.Nada.De ninguém

por Angelina em sábado, 11 de abril de 2009

Queria ter descansado não me lembro dum único dia que não acordasse com o telintar rotineiro do despertador do telemóvel
Queria ter ido a praia o tempo não ajudou
Queria ter ficado um dia inteiro na cama,metida comigo mesma,afastada do Mundo e ao mesmo tempo em todo o lado.
Queria ter viajado..mas viagem só a da força do pensamento (e não será esta a forma mais abrangente-e mais barata- de sair do marasmo da nossa vida)
Queria ter estudado faltou-me paciencia
Queria ter visto toda a minha lista de filmes para vêr..só vi um
Queria ter começado um livro novo ..e ainda tenho o velho na cabeçeira pousado
Queria ter aliviado o stress e acho que ainda arranjei mais motivos para stress
Queria ter ido sentir a areia nos pés
Queria poder ter sido possivel ir berrar e dançar debaixo da chuva
Queria ter pensado" faz tudo o que te apeteçer e não penses no dia seguinte"
Queria ter estado com todas as pessoas que quis,feito tudo que previ,organizado tudo que precisava.

Mas o dia só tem 24h e as gavetinhas das memorias em surdina e dos sonhos recalcados estão todas abertas e desorganizadas e ocupam tempo e rendimento fisico e mental.Irrita-me quando as coisas fogem ao meu controlo ...a toda a gente,irrita-me ser invadida por um vil diletantismo que so planeia e não concretiza...irrita-me acordar um dia com aquela sensação que tudo é possivel a abrir os olhos ao Mundo e de algum modo terminar o dia fechada em copas.E não tarda está aí a rotina outra vez..semana volta para trás.

"life isn't about waiting for the storm to pass.It's about learning to dance in the rain" como já se disse num post a proposito de outra frase feita..parolo mas verdade.

*o titulo vem de uma peça de teatro que um dia representei sobre perdas ..nem sei porque me lembrei dela mas de algum modo julguei-a ajustada.

escrito ao som de "por una cabeza" tango de Carlos Gardel

Boa Páscoa para os tribuneiros e leitores do blog

A evolução dos tempos

por D.

Enquanto passava os olhos pela estante dos cd’s deixei os olhos percorrem todos os títulos até às últimas filas, onde estão aqueles que se deixam de ouvir com o tempo. Haviam vários entre originais e gravados, muitos que não ouço já há anos e que nunca hoje conseguiria ouvir até ao fim e não pude deixar de pensar no quanto esses pequenos detalhes indicam que se cresceu e que a personalidade se moldou em alguns anos sem sequer darmos por isso. O mesmo acontece com os livros, com as convicções políticas, com as pessoas com quem falamos, com a religião ou falta dela, com o sexo, com a perspectiva que se tem de todas as coisas que nos rodeiam e mesmo pela escrita.

Pergunto quantos de nós terão dado pela adolescência passar, quando sempre nos disseram que é aquela fase em que somos contra tudo e em que muito dificilmente os outros connosco conseguem lidar. E quando por lá passamos achamos que somos tão diferentes de todos os outros, que não passamos pelas mesmas crises e preconceitos e manias e modas e maneiras de ser que são sempre as mais alternativas de todas face aos outros que connosco partilham a idade. E aí lembro-me como isso era o reflexo tão simples do grupo no secundário por todos olhado de lado e como isso era o reflexo também de certas escolhas em vários aspectos. E mesmo que cada um de nós na altura tenha achado que não estava nessa fase, pergunto quem não tem na mesa-de-cabeceira cadernos e cadernos de poesia atormentada por amores e desamores, por noites levianas e outras que tais, escritos que na altura eram tão sinceros e que hoje são altas gargalhadas. Quantos de nós acabamos por perder esse poeta que escrevia a todas as horas e que sempre tinha uma dor abafada no peito, nem que seja porque o mundo era simplesmente um lugar muito mau e triste para vivermos.

E existem depois os bilhetes de concertos, todos catalogados e guardados religiosamente quando dizíamos a todos os outros que aquela sim era a nossa banda favorita e que sempre íamos ouvir aquilo, quando hoje provavelmente já nem seríamos capazes de voltar a investir dinheiro para ir a Lisboa assistir a esse concerto (e eu falo olhando um bilhete de um concerto de Limp Bizkit). Hoje é simplesmente intragável à audição e rimos de termos perdido tempo e dinheiro com tais invenções musicais que na altura faziam com que pertencêssemos a um qualquer grupo aceitável de pessoas.

E também nos filmes isso volta a aparecer, ao vasculhar antigos bilhetes de cinema, ao pensar em antigas tabelas de eleição, em filmes que supostamente nos tinham marcado por completo e que hoje percebemos serem apenas lixo (e não, eu nunca gostei do Titanic). E perguntámos como é possível a mesma pessoa ter conseguido gostar de tudo aquilo e hoje simplesmente achar que aquilo seriam gostos de alguém muito diferente. E quantos provavelmente não fizemos essas escolhas apenas porque iam contra a corrente, contra a manada? Mas na altura, era simplesmente porque já estávamos demasiado avançados para gostar das mesmas coisas que os outros…

O mesmo sucede quando abrimos os armários e as gavetas e encontrámos peças de roupa que não têm assim tanto tempo, mas que nos são totalmente indiferentes e perante as quais pensamos como era possível termos andado assim. E os que nos acompanharam lembram-se de nós naqueles trapos e trocam-se sorrisos e histórias e no entanto, as memórias não nos deixam simplesmente deitar fora e deixar de fazer de conta que são nossas.

E o mesmo acontece com as nossas antigas crenças, em que tínhamos sempre a posição mais extrema em relação a tudo, sendo as nossas doutrinas sempre as certas. Quando nos dizem que são coisas passageiras que perdemos com o tempo e que dali a alguns anos vamos perder e mudar radicalmente de novo. Todas as causas nos parecem certas e a precisar do nosso apoio e do nosso lado, correm lágrimas, muita raiva e durante dias e dias precisamos de saber tudo o que está por detrás, dominar o assunto e tentar convencer os outros. Hoje, provavelmente, todos os autocolantes, panfletos, textos, opiniões, recortes e afins nos parecem passados e as causas acabaram por se perder, muitas vezes adoptamos hoje uma postura totalmente diferente (é o caso do autocolante anti-tabaco na janela de um fumador que tentou apagar a marca, mas em vão, a cola continua na janela a deixar lembranças). Nenhum de nós poderia alguma sonhar fazer parte do maldito sistema, da ordem, do lado que afinal acha que a lei é necessária e tem de ser cumprida, hoje, ainda algum de nós diria ser impossível viver sem um sistema, mesmo que não o actual?

Há dias confessava a incredulidade perante o facto de há já algum tempo me comover com coisas que antes não me faziam a mínima moça. Nunca chorar a ver filmes ou séries, por vezes com canções e outras com livros. Mas agora, várias vezes isso acontece com coisas que têm significados diferentes das outras todas: antes chorávamos a ver os filmes do 25 de Abril (e ainda se chora, mas já não apenas), do Maio de 68 e de outras coisas símbolos de causas maiores. Hoje chora-se com coisas que mostram os laços que se formam entre as pessoas, com mulheres que fazem laços de amizade serem de carne, homens que arriscam a vida para salvar aqueles a quem cortaram a amizade, pessoas que não sendo reais inventam histórias que puxam pelos novos instintos que moram dentro de nós (mas não, ainda não estou no grupo das pessoas que choram com anatomia de Grey). E tirando a desculpa de provavelmente ser a marca de pílula, a tpm, o tempo, o estudo, o cansaço, os homens, a verdade é que tudo não passa e não podem passar da evolução por que passamos de repente. Seis anos não é assim tanto tempo se pensarmos que passou mais depressa do que era suposto, é a fase mais curta por que alguma vez vamos passar ao longo dos nossos anos e onde formámos aquilo que nos há-de acompanhar durante todos os outros. E agora? A quem podemos atribuir as culpas daquilo que não gostámos? E que destino podemos dar a todas as coisas que hoje já não conseguimos ler nem ouvir (e ainda no outro dia despachei uma colecção de livros que nos meus 13 anos eram quase como bíblias sagradas)?

Será que a incapacidade de olhar para trás e notar uma certa evolução em relação a tudo indica que simplesmente não crescemos?

Paz&Espada.

por Manuel Marques Pinto de Rezende

"É preciso ser idiota para se ver um filme da vida de Che Guevara. No final, como toda a gente sabe, ele morre. E ainda por cima, descalço. Espero não ter estragado a surpresa a ninguém"

Woody Allen

Cachaços a Velhas

O Tribuna é um blogue de poetas e poetizas, líricos e liricistas (ouvi esta expressão pela primeira vez num álbum do Valete, Educação Visual, em 2003, ou 2002, e é o erro mais bestial de sempre).
As pessoas escrevem do fundo do coração, que é coisa que sempre me impressionou, comove-me a dispersão de sentimentos e o á vontade com que a pena (neste caso, o teclado) dessas pessoas escorre sobre o papel (neste caso, o monitor) a sua sensibilidade pacífica (neste caso, pacífica também).
O que me impressiona duas vezes é o facto de os Tribuneiros (ou Tribunantes, ou Tribunafareiros, ou Tribunaralhences, que os leitores não sabem mas a direcção deste jornal lança sempre novas denominações todos os anos, e às vezes, quando estão mais inspirados, todas semanas) conseguirem ser líricos na exacta mesma medida que conseguem introspectivos.
O Tribunaleiro nunca diz duas vezes a mesma expressão, não no mesmo texto (nem todos são a tal ponto originais). Ele, qual ser iluminado por musas que nunca depositaram o seu olhar em mim, transporta a sua dor ao mundo e à Lingua Portuguesa, magoando a primeira com a sua crise existencialista, e a outra com os seus erros gramaticais.
Ora vejamos:
Diz o HM (Homem Médio, e não Henrique Maio ou Hermengarda Maluca) algo como: "Está sol, apetece-me dar uma berlaitada em alguém!"
Diz o Tribunalhoco: "O Astro Gigante ilumina-me o rosto sulcado da sua energia galáctica, e lembro-me de ti e da forma como entusiasmavas-me as noites". O Tribuneiro tem sempre uma recordação. Há um que se lembra detalhadamente da sua terra Beirã, e fez um blogue à custa disso e tudo.

E pergunta-me o leitor (principalmente um que eu conheço muito bem e estou cá a ver) : "E diz lá, ó Manel, que tenho eu a ver com isso, que leio o Tribuna Blogue diariamente, mas nada sei nem quero saber sobre os Tribunalamalamaleques?"
Eu, caro leitor, não falo somente dos Tribunantes. Falo da gloriosa raça poeta que avança pela blogosfera e infecta através do clique do rato. E eu estou só e desamparado perante ela.
Eu nunca vou conseguir dizer: " E do dentro do Eu sai a expressão conturbada do meu egocentrismo, e esse Eu diz-me: a densidade pluviométrica deste lugar afasta-me do Nós, e desperta em Mim a vontade de retirar do Eu uma sensação de prazer solitária, como nos dias em que me apertavas a mão e levavas ao Mundo dos Vivos", o mais perto que eu diria, e seria uma tradução desta frase, soaria a isto: "Foda-se, está a chover e estou-me a molhar, daqui a nada vou pra casa, satisfazer-me solitariamente."

Portanto, vou tentar abrir o jogo e mostrar um pouco de sensibilidade também.
Eu tenho um amigo, que não sou eu, que em novo sonhava em fazer amor com uma velha gorda. Tenho outro amigo que dava cachaços a velhas. Mas esse é diferente. Esse todos os dias realizava os seus sonhos. Era ver os trémulos pescoços arcanos a suportar com umas valentes sapatadas e tremelicar de dor e surpresa, que maravilha, pensava o meu amigo. Mais tarde cresceu, fez-se homem, e está agora num cargo de chefia da JSD.
Mas esse meu amigo que tinha a tal tara de entrar em intimidades com uma senhora velhinha e gorda, e esse amigo não sou eu, nem o Guilherme Silva, nunca pode enfrentar o seu sonho de frente, e de lá retirar explicações, ilações, algo do Eu dele que lhe comprovasse ser um taradão de primeira água (e mais uma vez, repito, este meu amigo não sou eu, nem o Daniel Oliveira).
Inspeccionemos conjuntamente toda a complexidade fazer amor com uma senhora de idade, obesa até aos píncaros da curiosidade científica. Seria necessário atenção redobrada, e nada de canzanas nem coisa que o valha. Ela ficaria, no máximo dos máximos, por cima., em posição de explorador capitalista. Depois, muito provavelmente, não se mexeria muito, visto que toda a massa gordular, ou coisa que o valha, se encontrava concentrada nos lados da cama e no peito do pobre coitado do meu amigo, tornando a estabilidade do leito severamente comprometedora. Imaginem agora que estavam a fazer isto num colchão de água! Sim, porque o meu amigo está aqui ao meu lado e diz-me que, de facto, era assim que imaginava a noite de tórrido amor. E aproveito para repetir que esse meu amigo não sou eu, e o tipo que escreve o Café Odisseia também não. Imaginem só. Vocês também, senhoras leitoras. O que seria fazer o amor com um senhor velho e obeso. Imaginem, e preparem-se para o futuro, que nós , ao contrário de vós, não temos a obrigação de estar sempre em dieta e jeitosos (Soeiro do BE dixit).
O porquê clínico e psiquiátrico para o meu amigo ter este tipo de sonhos prende-se a questões sérias e graves, questões as quais, de momento, varreram-se-me completamente da cabeça, estando eu sem aparente forma de explicar. Mas é sério. E grave.
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Boa música para dar cachaços a velhas é esta: