Custa chamar a isso vida. Ou mesmo que lhe chamemos vida e saibamos que ela corre, o difícil é mesmo sentir que estamos inteiros no tempo que passa por nós.
Continuar significa, pois, seguir em frente depois de deixarmos para trás algo que era nosso. E sabe a perda. Tem esse sabor de prisão e vazio.
E a sua vida continuava. Mas, às vezes, com o mar em fundo e vozes recentes que lhe falavam, pensava onde estaria se o que continuasse fosse o filme parado no silêncio. Estranha essa sensação, quase certeza, de que estaria noutros lugares e os rostos seriam outros.
Estranha essa sensação de saber que há uma imagem da vida que poderia ter sido. Pensava só que a nossa vontade de trilhar novos caminhos pode vir de encruzilhadas que chegam ao fim. Ou talvez o que nos levasse para a frente não fosse vontade - não fosse esse desejo nas veias, mas antes uma esperança de encaixarmos o nosso corpo e espírito num vazio um pouco mais cheio.
Tivera já de continuar. E, não raras vezes, encontrara uma vontade de ficar no caminho aberto no avesso da vida. E o continuar podia ser o começar. O começar por reconhecer nas coisas novas razões para ficar. Tudo no mundo continua, afinal. Nada é como no primeiro dia. E a vida que corre nas ruas é uma versão fortalecida do sonho. Fortalecida por esses amores imprevisíveis que, quando olhamos, percebemos terem começado exactamente no avesso disso, sem nada que fosse a nossa vontade a chamar-lhe o nome que ainda não tem.
E, aos poucos, os seus dias enchiam-se de coisas que poderia ter perdido. E o segredo era esse: pensar no que teria perdido se não tivesse havido uma fenda na certeza que era o chão dos dias que viriam. Vieram os dias. E talvez não tivesse vindo o mesmo chão de sempre. Mas havia o homem. E a vontade de chamar seu ao caminho que agora se abria.
Suspiro e começo freneticamente a escrever algo sem sentido.A minha mente regista cada pensamento. O meu olhar absorve cada palavra e, apesar de não o demonstrar, sinto cada segundo com uma enorme intensidade.
Tento desesperadamente que a lágrima caia, mas tudo continua concentrado no meu coração, no meu estômago, nos meus pulmões.. Parece que me deram uma estalada de luva branca (e o pior é que nem me apercebi!).
Então paro. Paro e tento não me lembrar de cada palavra daquela conversa. Não consigo. Será possível aprender tanto com os mais pequenos? Remôo cada gesto, cada olhar, cada crença. Acredito, mas nada digo, porque escolhi viver, constantemente, com um lápis azul. Será que um mero peão pode marcar a diferença?
Sinto-me sem forças para remar contra o pequeno mundo que escolhi.
Será cedo?
Será tarde?
Será que alguma vez o vou saber?
Fala com segurança, numa voz quente e forte, com uma desenvoltura que até desarma. É moreno, olhos expressivos. Usa uma t-shirt branca e corrente de ouro com uma cruz. Não admira: é 'católico, de uma família católica, de padres e de freiras'. Quando era miúdo, tinha o ritual de lhes pedir a benção e beijar o crucifixo. Se o primo que era cónego fosse vivo, ele não estaria assim, garante. 'Há padres que sabem encaminhar as pessoas..'.
Nasceu vadio, mas orgulha-se de 'nunca ter sido cadastrado'. Correu todas as casas de correcção e fugia sempre. Um dia escondeu-se num contentor em Campanhã e foi parar a Sta Apolónia. Ficou por lá. É do Porto, mas desses tempos passados no sul ficou-lhe a pronúncia. Lá chamam-lhe puto Zé Manel; aqui é conhecido por Lisboa.
Voltou para casa da mãe já as sobrinhas eram grandes. Tentou ser tio, se até viviam na mesma casa, mas um dia 'a Martinha' deu-lhe uma resposta torta e ele fez as malas e foi embora. Agora, ela é a sobrinha que mais o apoia. 'Não é, Raquel? É muito querida, a Martinha', diz com um sorriso.
Não é que seja desprezado pela família: só não se sente bem com ela. 'Sou um fugitivo', conclui.
Ponho-lhe a mão no ombro, mas só me apetece abraça-lo. 'Sr. Zé, um dia posso escrever a história da sua vida?', pergunto quase baixinho. Ri-se e não me responde. É natural - geralmente fala calado.
- Um comentário • Category: au fil du temps, estórias
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2- Fala-se deste não viver com uma leviandade tal que não se apercebem dos sacrifícios que a comum das pessoas faz ao aceitar tal caminho. Aliás, duvido que seja algo que se aceite ou se rejeite, é apenas um apelo que se sente, uma crença talvez, mas uma crença sem pós de fé, sem dogmas fícticos e ídolos.
3- Aquele que abdica de viver, não precisa de mais nada a não ser a sua própria pessoa! Corrijo! Pessoa, ela mesma analisada de modo objectivo, trata-se da apetência da alma para analisar o corpo separado deste (note-se que a vida da alma depende do corpo e aqui assistimos ao culminar daquilo a que chamamos ironia)
4- Não há qualquer estatuto em caminhar desta forma, aliás aquele que caminha desejando a glória e o sucesso, riquezas profundas, está a infringir o código genético do "não-viver" - a rejeição material, a rejeição da posse e o aceitar somente o seu corpo para viver (faz confusão não faz? Dizer que se Vive não-vivendo!)
Os filósofos morreram por volta do século XIX, e duvido que tenha havido algum sincero filósofo no séc. XX (...) O nosso século, XXI, é o século do lamento sobre a morte da filosofia em que arrogantes pretendem, acham-se e agem como filosófos, estando cada vez mais próximos de um simples sofista (ou dono da sabedoria e de estruturas racionais absolutamente correctas). Jovens pavoneiam-se com grandes "autores", quando se esquecem que filosofar é uma tarefa carregada intensamente de solidão; adultos, pobres adultos recuso-me até a fazer qualquer alusão, apenas se sublinhe um suspiro; os enfraquecidos pela idade, pelo óbvio desejo de quererem viver, rejeitam sequer essa possibilidade do "viver não-vivendo"!
Neste nosso tempo, esquecemos, a ser sincero, aquilo que sempre fez de um filósofo Filosofo. Assistimos confortavelmente no recanto do nosso querido sofá, o olvidar do sacrifício. Pretensiosos, arrogantes, iludidos! Somos nós!
Tudo o que resta é o lamento de uma queda há muito anunciada...
- 4 comentários • Category: do lamento sobre a morte da filosofia
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Desistir(surpreendida)? Desistir (um tom de gozo crescente)? Desistir?! (pasmada, como quem bloqueia quando nos dizem que algo é assim porque tem que ser)?
Penso que é a altura ideal para vos apresentar as gentes que vagueiam dentro deste já nosso querido café! Lá longe, por detrás do Balcão está o avarento Dono, com uma sábia história de vida mas sem astúcia para a contar devidamente, com bons ensinamentos, mas sem forma, com amor, todavia sem o carinho que ele exige! À sua frente, o Embriagado do costume, o velhote que todos os dias às 17.15 (não 17.10 - oh como faz diferença estes escassos segundos para vós ou Alguém que leia) entra pela sóbria entrada do pequeno café, esboceja um pequeno sorriso para os clientes que se encontram por lá, chega ao pé do balcão, pede o seu pequeno copo com pequeno sangue verde lá dentro e fica absorto em si mesmo! Depois, no recanto do meu olhar, uma menina delicada, nobre, rica na alma, decidida no olhar, ostentando uma boina preta clássica que lhe assentava na perfeição e que todos os dias toma o seu chá com uma colher e meia de açucar e o seu croissant com uma passagem graciosa da melhor manteiga de Paris (nunca pode haver engano nesta preciosa ementa seria dolo por parte do nosso querido Café). Por fim, numa mesa ao fundo do pequeno Café, encontra-se por costume o Louco, que por pena da sua fraca condição humana o alimentam com verde vida naquela pequena mesa afastada de tudo e todos, do mundo lá fora por causa daquela feia vitrine transparente da janela do nosso Café (This is the world that we live in) e do mundo cá dentro do quão espaçadas estavam as outras mesas em relação àquela, que infortúnio. Enfin, la vie mes amies, cette merde!
Não ouse o leitor pensar que o Café era somente frequentado habitualmente por este pequeno número de almas, muito pelo contrário: ainda havia espaço para os gémeos Excêntrico e Indeciso que todos os dias iam lá tomar o seu café matinal; o "Heartless" sempre com um olhar vazio sem dizer uma palavra, que entrava para ler a primeira página do "Le Figaro"; aussi, era usual ver o nosso querido "Filosófo das ruas de Paris" que dia sim dia não (se não estou em erro, segundas, quartas e sábados - não, sábado não! Domingos! É isso, tenho quase certeza já que o nosso café nunca fecha portas durante os sete dias das nossas curtas e longas semanas) aparecia à porta como se tratasse de uma sombra e suspirava "Enivrez-vous!" (...)
Parvo, fala comigo, onde está o teu olhar?
Fixei-a até a fazer tremer e recuar na própria cadeira. Um Homem nunca devia ser interrompido quando pensa, quando deixa de viver para pensar objectivamente no que o rodeia. Aquela pobre desgraçada teve a ousadia! Oh, Amor, desculpa-me! Como tal despertou o intenso ódio que existe em mim! Não respondi, não merecia resposta. Desviei o meu olhar até encontrar outro ponto de interesse... Nunca o voltei a encontrar, com pena.
Olhei para baixo, para a mesa onde me encontrava, um cigarro tinha sido deixado aceso, associei-o ao abandono a que a minha amada madamoiselle me condenou na altura, nem cheguei a olhar em frente, sabia que não valia a pena, ela já não se encontrava lá - a presença, a sensação forte, o meu suor tinham abrandado e eram tudo sinais de certa "falta"!
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Um dia mais tarde, em súbita sobriedade vim a entender que naquele pequeno café existiam somente três presenças: uma era o Dono, o avarento Dono; outra era a a menina linda de boina preta clássica e, por fim, a outra presença era Eu.
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Tb publicado aqui!
Quase como acaso, remete-se para um belo excerto de Eça de Queiroz.
"Então João Gouveia abandonou o recosto do banco de pedra e teso na estrada, com o coco à banda, reabotoando a sobrecasaca, como sempre que estabelecia um resumo:
- Pois eu tenho estudado muito o nosso amigo Gonçalo Mendes. E sabem vocês, sabe o Sr. Padre Soeiro quem ele me lembra?
- Quem?
- Talvez se riam. Mas eu sustento a semelhança. Aquele todo de Gonçalo, a franqueza, a doçura, a bondade, a imensa bondade, que notou o Sr. Padre Soeiro... Os fogachos e entusiasmos, que acabam logo em fumo, e juntamente muita persistência, muito aferro quando se fila à sua idéia... A generosidade, o desleixo, a constante trapalhada nos negócios, e sentimentos de muita honra, uns escrúpulos, quase pueris, não é verdade?... A imaginação que o leva sempre a exagerar até à mentira, e ao mesmo tempo um espírito prático, sempre atento à realidade útil. A viveza, a facilidade em compreender, em apanhar... A esperança constante nalgum milagre, no velho milagre de Ourique, que sanará todas as dificuldades... A vaidade, o gosto de se arrebicar, de luzir, e uma simplicidade tão grande, que dá na rua o braço a um mendigo... Um fundo de melancolia, apesar de tão palrador, tão sociável. A desconfiança terrível de si mesmo, que o acovarda, o encolhe, até que um dia se decide, e aparece um herói, que tudo arrasa... Até aquela antigüidade de raça, aqui pegada à sua velha Torre, há mil anos... Até agora aquele arranque para a África... Assim todo completo, com o bem, com o mal, sabem vocês quem ele me lembra?
- Quem?...
- Portugal.(Eça de Queiroz)"
O silêncio faz coisas estranhas ao Homem. A solidão faz coisas ainda piores.
Há dias, no autocarro (sempre o autocarro), dei por mim a reflectir sobre coisas que normalmente evitaria. Assim conjuraram o silêncio e a solidão, juntos, de mãos dadas, nas cadeiras à minha frente.
Meditava sobre o que não queria, logo me arrependia, e logo voltava a dissertar sobre temas que só me deixavam com sensação de heartburn (não quero passar por snob ou pretensioso por usar expressões em inglês, mas é exactamente esta a sensação que tenho quando dou atenção a coisas que não devo. Com o coração ao lume). O coração, fraquinho e molestado, mirrou. Eu suspirei, embaciei o vidro com o mais quente dos meus bafos, e desenhei um coração. Depois sorri.
Sorri. Olhei nos olhos o silêncio e a solidão, e disse-lhes uma ou duas coisas bem feias. Desenhei-lhes no ar um gesto ainda mais feio - a que os ingleses chamam de passarinho - e apaguei o coração. Saí do autocarro, pus os headphones (porque auscultadores soa-me mal), os tímpanos vibraram, o sol ferrou-me, a luz cegou-me, e o vento levou-me para onde não queria. De novo.
É a Primavera, safada Primavera.
- 5 comentários • Category: O Pretensioso.
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Os rebuçados Bayard são feitos com açúcar (30%), água descalcificada, alteia, mel australiano e um xarope com ervas medicinais cuja fórumula se mantém secreta até hoje. São feitos 4 toneladas de rebuçados por dia, todos eles saídos de uma pequena fábrica na Rua Gomes Freire, na Amadora.
Odeio a nova mania de ter de gostar de tudo o que é complicado em detrimento das coisas simples. Odeio aquela nova mania de ter de gostar só do que é alternativo/complexo/soturno/melancólico/filosófico ou outra coisa qualquer do género, para dar aquele ar superior de quem só pode perder tempo com elevados pensamentos, gostos únicos e próprios de alguém abençoado em inteligência.
Nesta nova mania, parece que há algo de errado em apreciar uma coisa, só por apreciar. Independentemente de rótulos. Provar uma coisa simples e mundana e gostar parece ser o pecado da nova moda. Existe agora uma espécie de medo em baixar as guardas e saborear coisas simples como humanos. Não se igualar gostos ou não se render a coisas boas, puras e terrenas, só porque temos medo de nos tornarmos “terrivelmente” banais, parece-me ser uma moda que está para durar.
Essa moda é mais ou menos assim: queremos ser tão descomplexados e filantrópicos que acabamos por ser igualmente preconceituosos.
Isto tudo por causa do novo filme do Woody Allen: Vicky Cristina Barcelona. Ao que parece o filme tem qualquer coisa de simples ou não sei o quê que põe as pessoas em choque perante tamanha comercialidade.
O filme é mesmo bom, exactamente por ser tão descomplexado. Por ser simples, quente, vivo e ser, acima de tudo, tão rico, com tantas experiências. Não tem medo de cair no lado oposto desta nova mania: o Woody Allen não o teve, de facto, e criou um filme sem preconceitos, onde não há mal em nos rendermos à cidade quente de Barcelona, às noites com guitarras, às mulheres e aos homens e ao bom vinho ao jantar.
De fraco e de oco o filme não tem nada e o Woody Allen conseguiu quebrar etiquetas.
Caros jurisnalistas a revista Sábado (que sai à quinta feira ^_^) decidiu na sua última publicaçao do ano de 2008,presentear os seus leitores com uma série de rankings em jeito de balanço do ano que findava onde se incluiam as 50 frases mais polémicas, 8 histórias mal contadas,heróis e vilões do ano entre outros .Deixo-vos aqui as frases que julgo dignas de registo e as que me proporcionaram algumas gargalhadas e fica desde já uma sugestão para que se insira no jornal uma secção de pérolas ,adoro isto :
"Sou o segundo a seguir a Napoleão,na História da Europa.Mas definitivamente mais alto"Sílvio Berlusconi ,primeiro- ministro de Itália
"os pedófilos não podem ser padres" Papa Bento XVI,durante visita oficial aos EUA
"Só por cegueira e até inveja se pode criticar o Magalhães" José Sócrates
"Decidi deixar de fumar" primeiro-ministro ,em comunicado,depois de ter sido apanhado a fumar dentro de um avião
"Fiquei surpreendidíssimo por ver como as vacas avançavam,umas atrás das outras,se encostavam ao robô e se sentiam deliciadas enquanto ele realizava a ordenha"Cavaco Silva
"Cheguei à conclusão de que de manhã só na caminha" Marco Fortes,atleta olímpico justificando o seu mau resultado em Pequim
"o aeroporto constrói-se para arranjar dinheiro para tratar das criancinhas que hoje têm fome" Mário Lino,ministro das obras públicas
"Fui o primeiro, o segundo e o terceiro melhor do Mundo em 2008" Cristiano Ronaldo num delirio de grandeza sobre a possibilidade de ser eleito o melhor do Mundo pela FIFA
"Quando digo que sou o melhor na língua portuguesa estou a repetir uma evidência.Posso ferir quem?Porquê?" António Lobo Antunes ,escritor
Manuela Ferreira Leite:
"até nem sei se não seria bom estar seis meses sem democracia para pôr tudo em ordem e depois voltar à democracia"
"votei no PSD.Se estivesse lá o nome dele não votava" sobre o voto em Santana Lopes nas legislativas de 2005
"Cortem-me o pescoço se houver um cêntimo de prejuízo na Câmara" Valentim Loureiro ,presidente da CM de Gondomar
"pedi a Deus que se prove a inocência de quem estiver a falar verdade e que a quem estiver a mentir lhe caiam as maiores desgraças" Pinto da Costa sobre a investigação do Apito Dourado
"os elevados preços do Petróleo e dos cereais são um indicador de que a economia Mundial está muito longe da recessão" António Borges,economista,mostrando os seus conhecimentos(?) económicos
"Deus me livre não me quero casar" Diana Chaves
"Não é um insulto chamar-lhe burro ! Ele coitadinho ,não tem culpa" Manuela Moura Guedes para José Alberto Carvalho
"Quem tiver bunda grande e estiver preocupado com desfiles de moda ,pode perder o ônibus" Scolari em aviso a Miguel Veloso antes do Europeu
"Há coisas que não se branqueiam na cadeira do dentista" Jaime Silva ,ministro da agricultura ,para Paulo Portas a propósito do caso Portucale
"a estupidez não escolhe entre cegos e não cegos" José Saramago
"a China não tem tratado bem o Dalai Lama,que é meu amigo.O terramoto e tudo o que está a aconteçer não será karma ?" sharon stone
"Pino e Lino,Lino e Pino" Hugo Chávez,sobre os ministros Pinho e Lino durante uma visita oficial a Portugal
Para quem tiver curiosidade sobre estes e outros rankings vêr Sábado nº243 ou então simplesmente peçam-me xD
ps: tenho a dizer(e fica desde já aqui a publicidade) que vou ter que considerar comprar um armário só para os livros que a Sábado tem dado (é 1€ adicionado ao preço da revista mas para os livros que são é mesmo dado) pena que esta série da biblioteca sábado já tenha acabado fico a espera da proxima