O Belicista.... A guerra infinita

por Duarte Canotilho em sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Hoje vou falar sucintamente da Guerra, e vou-me basear numa frase que vi (improvavelmente seria um bom sitio para inspiração, mas sim foi num jogo de computador) Essa Frase é:

"War, War never changes" ---- A Guerra nunca muda!

A guerra não muda, as pessoas não mudam. Desde o inicio dos tempos que a guerra se mantem como sempre foi, e na minha modesta opinião, sempre será. Isto é mantem-se inalterada. (o Leitor atento diz... "claro que o autor está aqui a falar de "borla", claro que a guerra mudou, as taticas mudam, as tecnologias mudam, as mentalidades mudam!!! Logo a guerra muda!!") Será isto verdade? ERRADO

A guerra continua a ser igual, uns matam, outros morrem, os motivos, e como o fazem é acessório. Uns mandam outros matar outros, e assim foi, e sempre será. Ganha normalmente quem mata mais, pois se um dos lados nao tem tantos a defender aquilo porque luta, ou não tem material para continuar a defender, acaba por se render. Mas a morte é um factor chave, não ha guerra sem morte(ainda que haja morte sem guerra... LOL).

Como proclamar a Paz mundial, se aqueles que o fazem, são os primeiros a querer a guerra?? Porquê criar regras para fazer a guerra se estas não são cumpridas?!
Porquê?
No fundo o ser humano vive, e ao viver tenta sempre chegar mais longe, está sempre em guerra. Quer sempre mais, logo a guerra é algo que lhe corre na sua natureza. Acabar com ela?? então acaba a humanidade.

Daí dizer que estamos perante a guerra infinita, uma guerra que o ser humano cada vez mais participará.
Mas que guerra é esta? Não é a guerra A nem B nem C, mas é a natureza do ser humano a querer mais guerra! A guerra infinita que se tem de fazer será evitar ao maximo mais guerras; será tentar Contrariar a sua propria natureza, Essa sim será a maior guerra de todas. Essa sim será a guerra Infinita

Até essa guerra estar ganha a guerra não mudará!! E sim então continuar-se-á a dizer
"War, War never changes"--- A guerra nunca muda! Brian Fargo Fallout

Recomendação de fim-de-semana

por Duarte

Em Serralves continua o ciclo dedicado a Manoel de Oliveira. Recomendamos vivamente o filme que amanhã passa: «Vale Abraão». Para muitos, é a obra-prima do decano dos realizadores. Um filme que retoma um certo fulgor perdido desde «Francisca», obra que fecha a tetralogia dos amores frustrados.


«Vale Abraão», segunda colaboração entre Agustina Bessa-Luís e Oliveira, é a transposição da Madame Bovary de Flaubert para o Douro. A obra passa-se nas magníficas paisagens do Douro. Os planos repartem-se, esfumados, em zonas como a quinta que dá o nome ao filme e a Quinta do Vesúvio, perto do rochoso Douro Internacional. À beira deste rio sem cantores – palavras de Agustina a abrir «Fanny Owen» – está Ema Cardeano. Uma mulher singular, perdida num mundo que parece tão longínquo mas ao mesmo tempo tão próximo. Ela é a mulher-fatal. A mulher-desejo que atrai os homens para a sua rede de afectos, mas que os homens não podem, nem querem, saber amar. Ema, interpretada brilhantemente por Leonor Silveira, é aquela mulher por quem os homens se sentem irremediavelmente atraídos, e por quem as mulheres têm uma imensa inveja. Não podem ser como Ema. A leviana Ema. Mas ao mesmo tempo a Ema perdida nos abismos da incompreensão.

Esta obra funciona também como uma crítica ao país pequeno e ensombrado. Várias referências, nesse microcosmo do Douro, são feitas à situação que se vai passando ao longo dos anos do filme – desde os finais dos anos 60 até à década de 90. O Douro surge um pouco como metáfora disso. Aliás, como nota muito bem João Bénard da Costa, «Vale Abraão» é um filme “sem céu”. Explica o crítico a ideia, mostrando que esta obra de Oliveira “é o filme da noite”. A própria banda sonora transmite essa ideia. Os clair de lune de Debussy, Fauré e Schumann e a sonata ao Luar de Beethoven. Porque mais uma vez a temática da morte está presente no cinema de Oliveira. Ema, Carlos e as outras personagens perdem-se nas profundezas de um Douro onde o puro amor é impossível. A temática é parente com a da tetralogia. Porém, «Vale Abraão» vai mais longe. Espécie de actualização de um tempo novo em que estamos. O amor profundo já não leva à morte. Antes a sua falta é que faz deixar de ter vontade de viver.

Todo o modo como Oliveira aborda estes temas é magnífico. Filme que herda da literatura o seu cerne, mas que só na magia do cinema é possível. Com isto o realizador atinge quase a sua perfeição. Brilha génio num filme que se quer sombrio, onde as sequências solares anunciam o desespero do fim das relações humanas. Por fim, fica a mensagem de Agustina e do mestre do cinema luso. A voz do narrador, na sequência final, paira sobre as águas que acabaram de receber Ema para explicar o epílogo das outras personagens. E relata o fim de Carlos e dos outros. Fala também de um último romance escrito por Maria do Loreto (Glória de Matos) – mulher contraponto de Ema no filme – em que explica que nada do que escreve é importante. Mas que isso transmite a ilusão de que se “viveu uma bela vida”. Romance e cinema como vida. Eis a súmula final desta grande obra de Manoel de Oliveira.

Por tudo isto, recomendamos amanhã a visualização deste magnífico filme, em Serralves, com bilhetes a um preço muito acessível: 2,5€.

João Duarte Sousadias

Lomografia

por Filipa M.Martins


1- Leva a tua Lomo onde quer que vás.
2- Usa-a a qualquer hora do dia ou da noite.
3- A Lomografia não interfere na tua vida, torna-se parte dela.
4- Aproxima-te o mais possível do objecto a fotografar, se assim o desejares.
5- Não penses...lomografa!
6- Sê rápido.
7- Não precisas de saber antecipadamente o que fotografaste.
8- Nem depois.
9- Fotografa a qualquer ângulo.
10- Não te preocupes com quaisquer regras.

Farpas e Moinhos de vento

por Don Quixote de la Mancha

Hoje é de farpas que vou tratar. Antes de mais quero que saibam que não sou crítico musical, tão pouco literário. No entanto há coisas que são óbvias...
Então hoje falo-vos duma linda canção, dum artista português que muito me surpreende. Houve mesmo momentos em que pensei que este belo intérprete apenas tinha uma música sua, mas eis que nos brinda com mais um leivo da sua arte de escritor e compositor. o Artista, André Sardet. A canção, Adivinha quanto eu gosto de ti... que lindo título meus amigos.
Vamos por partes...

"Já pensei dar-te uma flor, com um bilhete, mas nem sei o que escrever..."

Pois bem André (acho que o artista não se importa este meu informal trato), se pensaste dar-lhe uma flor, e queres colocar um bilhete também, convém que te lembres dum raio duma frase qualquer. Eu sei que passas muito tempo a pensar nas tuas letras e essas coisas musicais e tal, mas pára um pouco, muito até e em vez de uma canção mais, escreves uma frase bonita para pores no bilhete. Não precisa ser longa, sei lá... se for os anos dela ou dele pode ser , deixa cá ver... Parabéns moça / moço!!! Podes claro optar por algo mais fofinho e querido se o conteúdo tender para o romântico ou até para o erótico. Mas vá, um esforço e assim já podes dar as flores...

"... sinto as pernas a tremer quando sorris para mim, quando deixo de te ver..."

André...André, André, André ( isto acompanhado por um abanar a cabeça cabisbaixo) tenho duas hipóteses. Uma...leva um casaco e umas calças quentinhas, tremes porque está a ficar muito frio. A outra...rapaz se estás aflito, antes de saires de casa vai urinar e verás que quando ela/ele sorrir para ti serás um homem novo de pernas bem firmes. E quando a/o deixares de ver não fiques como um lorpa a olhar para o horizonte. Limpa a baba, e vai para casa, cobrir-te ou urinar conforme a hipótese mais adequada.

"...vem jogar comigo um jogo..."

Estou-te a ver estou... afinal não és muito lorpa...Boa André.

"...fecha os olhos e adivinha quanto é que eu gosto de ti..."

Primeiro...se não lhe deres a flor, se nao lhe escreveres o bilhete bem podes esperar sentado que ela/ele feche os olhos. Segundo, estavas no bom caminho, o do jogo, não estragues tudo André. Fechar os olhos, boa, acho bem, tem pinta. Mas adivinhas a esta altura do campeonato? Do tipo : " olha fecha os olhinhos, é um jogo... qual é a coisa qual é ela que por fora é branca e por dentro é amarela?" NÃO!!! Adivinhar quanto é que tu gostas dela/dele... Deixa-me ver...hmmmm...ah já sei. Não...bom deixo-te responder para ver esse tamanho do sentimento bonito de que falas. Força...

"...Gosto de ti desde aqui até à lua..."

Bem, tu és um mãos largas...olha que isso é longe rapaz, mas vá e mais, quanto mais?

"...Gosto de ti desde a Lua até aqui..."

Pois... se calhar tens razão. É melhor dar meia volta e voltar, porque os fatos e a a gravidade na lua são um problema. Mas é uma bela viagem... e mais, e mais?

"...Gosto de ti simplesmente porque gosto..."

Ok. Por vezes é melhor não dar tudo de uma vez é verdade. Já foste à lua, já voltaste. Agora pensas e toma lá....simplesmente porque gosto, sei lá. Muito bem imaginado...grande inspiração essa. Simplesmente porque gosto...eu é assim com as bananas. Não sei muito bem porque gosto. Gosto simplesmente. Muito bem...vá, podes prosseguir, perdão.

"...Ando a ver se me decido como te vou dizer, como te hei-de contar..."

André...outra vez sem saber como dizer as coisas? Pára um pouco e pensa. Tem calma, tens tempo... Tenho de ser eu a dizer-te tudo? A ideia das flores com um bilhete era interessante, mas com alguma coisa escrita claro. Queres mais ideias? Liga-lhe, combina qualquer coisa com ela/ele e dizes. Mas leva na mesma as flores, aí já podes prescindir do bilhete vês? Mais sugestões... Sms..se fores 91 e ela for 91 é na boa nem pagas. Se quiseres até me podes dar o número dela/dele que eu mando na boa. Sou amigo ou não? E tens sempre o messenger...é muito usado agora...

"Até já fiz um avião..."

..........não me tinha lembrado dessa. Tu gostas muito de coisas que voam não é André? Ir à lua...avião e tal... vê la se não te voa a rapariga/rapaz...

"...com um papel azul, mas voou da minha mão"

Azul é bonito sim senhor. Se fizeste um avião era para voar não? Ou contavas dar-lhe em vez das flores? Por mim tudo bem, desde que já te lembrasses o que escrever no avião era na boa André...

"...vem jogar comigo um jogo..."

Outra vez André? qual?

"...fecha os olhos e adivinha quanto é que eu gosto de ti...."

André, André... o mesmo de há pouco? Não achas que ela já sabe a resposta? Como te disse...fechar os olhos - bom, muito bom até. Adivinhas não!!!!

"...Gosto de ti desde aqui até à lua..."

Ok ok, já sabemos André . Vais até à lua e tal, depois voltas e é giro e redonda e a metáfora da distância . Muito criativo...mas segunda vez? nem de avião lá vais...

"...quantas vezes parei à tua porta. Quantas vezes nem olhaste para mim..."

André...Como te hei-de explicar isto? Tu não lhe deste as flores porque querias colocar lá um bilhete mas não te ocorre nada para escrever. Tu pedes para ela/ele fechar os olhos e depois pões-te com adivinhas. Tu fazes um avião de papel e ele voa da tua mão. Aliás parece que nisso és bom, porque o avião foi mesmo para longe não foi? Os meus geralmente não voam muito...deve ser do papel... Tu disseste-lhe: ah eu gosto de ti daqui à lua e depois da lua aqui e tal... mas depois chateaste-te e disseste: olha simplesmente porque gosto, que chatice!COMO É QUE QUERES QUE ELA/ELE OLHE PARA TI? Pelo menos toca à campainha ou bate à porta. Ficar ai a olhar para a porta vai ser uma valente seca. E depois ficas aflitinho e começam as pernas a tremer, claro...

"...quantas vezes eu pedi que adivinhasses o quanto eu gosto de ti..."

Duas André... duas desde que começaste, não vás mais por aí...já estás a aborrecer as pessoas agora. Já estás a ultrapassar os limites da boa educação..és rude André...

"... gosto de ti desde aqui até à lua. Gosto de ti desde a lua até aqui. Gosto de ti simplesmente porque gosto. E é tão bom viver assim..."

Pronto então...

E é isto... Depois do feitiço e de este artista não saber o que lhe aconteceu..agora não sabe o que escrever e o que dizer... Mas pelo menos, agora já sabemos que o André tem duas canções!!!
André, agora só para ti. Eu gosto muito de ti, és um grande artista sim senhor, gosto muito de te ver trabalhar...mas que tal mudares um pouco o rumo das coisas da tua vida e passares a fazer aviões de papel e depois atiravas os ditos duma ponte, e depois sabes o que era giro? Tentares apanhar um deles em pleno voo... aposto que te lembravas o que escrever o bilhete das flores num instantinho... Um abraço de um amigo. Para me agradeceres bastam as flores...deixa lá o bilhete!

Fechem os olhos... Vá abram porque senão não dá para continuar... a resposta à adivinha do que é branco por fora e por dentro é amarela pode ser dada nos comentários a esta minha farpa...interactividade e tudo já viram?
Até já...

Carpe diem

por Luísa em quinta-feira, 9 de outubro de 2008

É tão mais fácil fazer uma critica do que olhar para o reflexo das nossas acções. Os outros erram, nós cometemos pequenas falhas.


Caiu a primeira gota na sua rosada face e percorreu o seu rosto até encontrar o solo. O dia começara por ser sorridente, os pássaros já tinham cantado e nada fazia prever que a sua vida iria girar cento e oitenta graus.
Uma pequena dentada na maça e a seta não podia voltar atrás. Duas palavras haviam sido suficientes para mudar o rumo da história, da sua história.
Nunca havia sido alertada para os perigos da felicidade e, agora, restavam apenas memórias. Memória de memórias e memórias de memória.

Um segundo pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Muitos minutos marcam a vida.

Game over.

Utopia

por Joana Maltez

A música não se explica, é uma abstracção e uma experiência individual. Então porquê passar a música para palavras? Basta ouvir.


They're Back

por Inês

Felizmente que os restantes tribunos andam em maré de inspiração - quase só se têm visto textos por aí. Deste lado, escasseiam essencialmente as ideias, embora deva confessar que o tempo também não abunda.

Assim, aproveito esta fase para poupar as palavras minhas, que substituo pelas de alguém que dispensa apresentações - especialmente depois daquela que nos foi proporcionada ontem no anfiteatro 1.01. Deixo, então, aqui excertos de Love and Death (1975), de Woody Allen, passado ontem pelo nosso Cineclube - onde, há que dizê-lo, o Tribuna esteve bem representado.

Soube bem este recomeço e soube ainda melhor ver a sala composta - dos sorrisos de sempre, dos de de vez em quando e daqueles que se calhar só vemos uma vez ou que se calhar se vão repetir por muitas mais. Um obrigada e parabéns.








The question is have I learned anything about life. Only that human being are divided into mind and body. The mind embraces all the nobler aspirations, like poetry and philosophy, but the body has all the fun. The important thing, I think, is not to be bitter... if it turns out that there IS a God, I don't think that He's evil. I think that the worst you can say about Him is that basically He's an underachiever. After all, there are worse things in life than death. If you've ever spent an evening with an insurance salesman, you know what I'm talking about. The key is, to not think of death as an end, but as more of a very effective way to cut down on your expenses. Regarding love, heh, what can you say? It's not the quantity of your sexual relations that counts. It's the quality. On the other hand if the quantity drops below once every eight months, I would definitely look into. Well, that's about it for me folks. Goodbye.


por Francisco em quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A súbita beleza
da tua mão
sobre a mesa


in Amor Fazer Amor, João Apolinário

Francisco Noronha

A Mim Ninguém me Cala: Para onde vamos?

por Pedro Silva

O presidente da Venezuela defendeu sexta-feira em Lisboa a necessidade de se «rever a arquitectura económica mundial», admitindo, porém, que o socialismo, por si só, «não é a solução para o fracasso do capitalismo»

Há uns bons meses atrás estava eu a ver atentamente um Documentário sobre a queda da União Soviética, onde se analisavam as razões da sua derrocada Económica e Politica, e a dada altura um conjunto de Cientistas Políticos de nacionalidade Alemã e Americana vem dar graças ao Céus e num tom de Vitória com um V grande pelo facto de o Comunismo ter perdido face ao Capitalismo, como se tudo o que sucedeu desde a construção do Muro de Berlim, passando pela Guerra da Coreia Norte/Sul e terminando na invasão desastrosa do Afeganistão pelos Soviéticos entre outros factos não tivesse passado de um simples jogo onde se estava a ver qual era o País e Ideologia que iria sobreviver, para depois buscar ai as soluções e justificações para os seus Pensamentos Políticos/Ideológicos …

Agora pergunto eu a estes Senhores Doutores de Ciência Politica perante o que tem sucedido neste Mundo onde o tal sistema Capitalista que triunfou perante o Malvado Comunismo o que se está a passar? Como pode um tão perfeito e justo Mundo Capitalista ter dado um colapso tão grande que neste momento além de não saber que rumo político e económico irá tomar, também não tem nenhuma ideologia Capitalista ou Comunista que o safe?

A resposta é nos dada pelo Presidente Venezuelano Chavez que tanta gente odeia por estar sempre do contra mas se o Mundo lhe desse mais vezes ouvidos em vez de suspirar pelos seus poços de Petróleo já teria prevenido esta grave Crise que estamos a passar e que já há muito vem a dar sinais de que tal cenário poderia acontecer (basta recordar a grave crise que deflagrou na Ásia e que depois afectou o Mundo inteiro).

Ou seja, para se governar no Mundo e manter a Paz Mundial e a Humanidade não entrar em colapso tem de se arranjar uma solução intermédia entre a ferocidade e competitividade do Capitalismo e a assistência e solidariedade do Comunismo, não indo nem tanto ao Mar (U.S.A.) nem tanto á Terra (Ex - União Soviética) … Mas isto só será possível quando os chamados “intelectuais” da Ciência Politica deixarem de ser tendenciosos e abrirem os olhos para aquilo que é uma realidade e que é nada mais do que esta: O Mundo está sem rumo e os Srs. não sabem o que fazer dado que a era das Potencias Dominantes já se está a acabar e as soluções estão a morrer com elas.

P.S.: Eu não passo de um simples Ignorante no meio do Mundo feroz dos Pensadores Políticos daí que a minha Critica seja o semelhante ao som do silêncio…
The Blue One

A Mim Ninguém me Cala: Eh Pah... È a Capital do Império

por Pedro Silva


Cartoon retirado de PITECOS