Adiamento

por Francisco em segunda-feira, 15 de setembro de 2008

da primeira reunião do Tribuna para quinta-feira, dia 18, às 16h.30h no local do costume.

Um abraço,
Francisco

Reentré

por Francisco em terça-feira, 2 de setembro de 2008

Um bem-haja a todos os tribuneiros,

Agora que o novo ano académico espreita e com ele um novo ano para o Tribuna se apresenta, decidi deixar por aqui uma nota, enquanto novo co-director do nosso jornal.
Como vos disse na última reunião a que a grande maioria dos tribuneiros compareceram, foi depois de muito reflectir e fazer contas à vida que aceitei o prestigiante convite que me foi endereçado pelo co-director cessante. Foi um balde de água fria, morna e a ferver quando o Frederico me propôs dar uma ajuda ao João Duarte na direcção do Tribuna. Antes de aceitar, senti medo, muito medo. Depois de aceitar, também. Quando vos falei nessa última reunião, medo outra vez.
Bem, o Verão entretanto passou e foi-me útil para amadurecer a ideia, o desafio, o projecto de responsabilidade que é coordenar um jornal como este. Foi igualmente útil para me arrefecer o medo e despertar o estímulo da novidade, da aventura.
É com um prazer e empenho incomensuráveis que hoje escrevo este texto a poucos dias do recomeço do ano lectivo. Como disse em Maio aos presentes, aceitei o convite por dois motivos fundamentais: porque é uma honra ser-me passado o testemunho e por querer continuar a levar o Tribuna a bom porto; porque sinto que, perdoem-me o arrivismo, talvez tenha algumas ideias que, consertadas com o João Duarte e com todos os tribuneiros, possam surtir em algo interessante para as nossas páginas.
Serei mais um na labuta, desta feita com funções um pouco especiais. Mas mais um: nos própositos, na dedicação e no objectivo: abrir o Tribuna e saborear o trabalho colectivo que ali se espraia.
Em breve será anunciada a primeira reunião para que o Tribuna entre em força!

Um abraço,
Francisco Noronha

Para descomprimir durante esta época de exames...

por João Fachana em domingo, 15 de junho de 2008

Caros colegas tribuneiros e leitores do blogue: Hoje, foi-me indicado um site dum blog que se limita a postar pérolas geniais que se passam no email dinâmico da FEUP. Sugiro que todos visitem o site e se divirtam um bom bocado:


www.emaildinamicofeup.blogspot.com

P.S.- Assim já dá para perceber porque é que não deixam os alunos da FDUP usar o email dinâmico...

por joaquim.guilherme.blanc em sábado, 31 de maio de 2008

BLOG DE JUIZES DO SUPREMO A FAVOR
WWW.GRANOSALIS.BLOGSPOT.COM

ABAIXO-ASSINADO A FAVOR DA ABERTURA DE PÓLO DA CINEMATECA NA CIDADE DO PORTO


"A cidade do Porto sofre de vários e complexos problemas na área da cultura, como é do conhecimento geral. No entanto, esta situação não é generalizável a todo o país. Efectivamente, Lisboa continua a usufruir de forma centralizada dos serviços de certas instituições culturais que deveriam fazer jus ao seu âmbito nacional, como, por exemplo, a Cinemateca Portuguesa, um organismo público suportado pelos contribuintes a nível nacional.

No Porto, é de grande interesse público a criação de uma extensão da Cinemateca, o que permitiria acabar com a carência de exibição cinematográfica sentida na cidade, ao nível da produção anterior à década de 90...."



Tribuna 22

por Duarte em quarta-feira, 21 de maio de 2008

Já saiu das rotativas a última edição do Tribuna! Procura o n.º 22 nos locais habituais (porta da biblioteca, bar, etc.)

Sessão de apresentação da Iuris FDUP Junior

por João Fachana em sexta-feira, 16 de maio de 2008

Decorreu no passado dia 15 de Maio, quinta-feira, pelas 17 horas, no Salão Nobre da FDUP, a apresentação da "Iuris FDUP Junior - Associação de Jovens Juristas da FDUP". O evento teve por base a apresentação e esclarecimento de quem assistiu do que é o conceito de uma Júnior Empresa e dos objectivos a que se propõe a júnior empresa da FDUP.

No final da conferência, a presidente da IFJ, Filipa Elias, anunciou que abriram candidaturas para a entrada nesta júnior empresa, que decorrerão até dia 20 de Maio. A ficha de candidatura poderá ser encontrada junto do Sr. Ferreira e, depois de preenchida, deverá ser entregue à presidente Filipa Elias, ou então ao Sr. Ferreira. As entrevistas decorrerão no dia 21, havendo uma segunda fase denominada "dinâmica de grupo" onde os candidatos trabalharão em conjunto, dia 23 de Maio, de modo a avaliar a capacidade de trabalho em grupo.

Saliento aqui que quem tiver interesse que se candidate, pois é uma experiência que se pode revelar muito útil não só ao nível de enriquecimento do CV, mas também quanto ao nível de aquisição de conhecimentos práticos e aprofundamento do saber jurídico.

Candidatem-se!

Queima 2008 - Faltam 3 dias para a grande festa dos estudantes

por Duarte em quinta-feira, 1 de maio de 2008

A Queima das Fitas de 2008 aproxima-se. No primeiro minuto de domingo, dia 4, abre oficialmente o Queimódromo, espaço das longas noites de diversão dos estudantes do Porto. A três dias do arranque do evento, o recinto encontra-se em fase de conclusão para as noites que se aproximam, como se pode ver nas fotos seguintes tiradas hoje:





para mais informações: site oficial da Queima

...

por TR em segunda-feira, 28 de abril de 2008

"Penso que a tendência automática para perpetuar os trabalhos sem sentido se deve, no fundo, simplesmente ao medo que as massas populares inspiram. A plebe - pensam uns - é formada por uma espécie animal tão vil que se torna perigosa se tiver tempo para isso; o melhor é conservar os seus membros permanentemente ocupados, de modo a não terem ocasião de pensar. Qualquer rico, capaz de um mínimo de honestidade, se o interrogarmos acerca da melhoria das condições do trabalho, dirá mais ou menos o seguinte:
«Sabemos que a pobreza não é agradável; de facto, trata-se de um mundo tão afastado do nosso, que chegamos a ter um certo prazer quando pensamos no horror que é ser pobre. Mas não podem esperar que façamos seja o que for para modificar as coisas. Lamentamos as classes inferiores como temos pena de um gato tinhoso, mas lutaremos implacavelmente contra qualquer melhoria das suas condições de existência. Achamos que é muito mais seguro que as coisas continuem a ser como são. É uma situação que nos convém, e não vamos correr o risco de deixar os pobres com uma hora suplementar de liberdade por dia. Por isso, meus irmãos, uma vez que tendes de suar para nós podermos pagar as nossas viagens a Itália, suai e ide para o inferno.»
Este atitude é característica, sobretudo, das pessoas inteligentes e mais ou menos ilustradas; encontraremos a argumentação acima exposta, com pequenas variantes, em centenas de ensaios. Acontece, por outro lado, que são muito poucas as pessoas instruídas que têm menos, por exemplo, do que quatrocentas libras anuais; naturalmente, por isso, é do lado dos ricos que essas pessoas tendem a colocar-se, imaginando que qualquer liberdade concedida aos pobres é uma ameaça à sua própria liberdade. Supondo que a única alternativa para o estados de coisas actuais é uma indefinida e sinistra utopia marxista, as pessoas cultas preferem que tudo continue na mesma. É provável que não gostem especialmente dos ricos, mas supõem que mesmo o mais vulgar dos ricos é um inimigo menos perigoso dos seus prazeres do que o pobre, e assim defendem aquele contra este. É o medo de uma plebe contra a qual se projectaram todos os perigos imagináveis a razão que torna quase todos os espíritos cultos conservadores nas suas ideias e atitudes.
O medo dos pobres é um medo devido à superstição. Assenta na ideia de que existe uma misteriosa diferença essencial entre o rico e o pobre, como se pretencessem a raças diferentes, um negro e outro branco. Na realidade, não há qualquer diferença entre os dois termos. A massa dos ricos e a massa dos pobres distinguem-se pelo montante dos respectivos rendimentos e por nada mais além disso. O milionário médio é igual ao lavador de pratos médio decentemente vestido. Troquemos-lhes os lugares e quem poderá dizer qual o juiz e qual o ladrão? Os que partilharam realmente das condições de existência dos pobres sabem que assim é. O problema é que as pessoas cultas, as pessoas que poderiam ter uma atitude mais liberal a este respeito, nunca se misturam com os pobres. O que é que a maioria das pessoas cultas sabe da pobreza? Na minha edição dos poemas de Villon, os editores acharam necessário explicar numa nota de pé de página o sentido desse verso: «Ne pain ne voyent qu'aux fenestres»[Só vêem o pão às janelas] - de tal mdo a experiência da fome é estranha à experiência de uma pessoa isntruída.
Tal ignorância é logicamente responsável pelo medo supersticioso que as massas populares inspiram. O homem instruído imagina o povo como uma horda de subgente, que só pensa em obter um dia de liberdade para lhe ir queimar a casa e os livros e o obrigar a trabalhar com uma máquina de fábrica ou a limpar casas de banho. «Tudo», pensa o homem instruído, «todas as injustiças são preferíveis ao poder da populaça». O que ele não vê é que, não havendo grande diferença entre a massa dos ricos e a massa dos pobres, está fora de questão impedir a populaça de tomar o poder."

George Orwell, Na penúria em Paris e em Londres, anos 30

Divulgação - Jornadas "Diplomacia Pública e Mass Media"

por João Fachana em terça-feira, 22 de abril de 2008

Dias 5, 6 e 7 de Maio, Curso de Ciências da Comunicação da Universidade do Porto (CCCUP)