Reuniões da Comissão de Avaliação com os 4.º e 5.º anos
por White Castle em quarta-feira, 24 de outubro de 2007
"Tendo em conta que:
a) no contexto do processo de avaliação institucional em curso na Universidade do Porto e na FDUP, está agendada sessão de discussão com os estudantes na Quarta-Feira, dia 24 de Outubro p.f. , às 14h,
b) os estudantes de 4º e 5º anos têm aulas nesse dia e hora,
marca-se nova reunião com os alunos destes dois anos para o dia 30 de OUtubro p.f., terça feira, às 17h, no Salão Nobre.
A Comissão de Auto-Avaliação volta a apelar à participação essencial de todos.
A Presidente da Comissão de Auto-Avaliação da FDUP,
Luísa Neto"
REUNIÕES COM A COMISSÃO DE AVALIAÇÃO
No contexto do processo de avaliação institucional em curso na Universidade do Porto e na FDUP, serão realizadas duas sessões de discussão na Quarta-Feira, dia 24 de Outubro p.f. , de acordo com o seguinte horário:
14h – Estudantes
16h30 – Pessoal docente e não docente
As sessões terão lugar no Salão Nobre.
A Comissão de Auto-Avaliação apela à participação essencial de todos.
A Presidente da Comissão de Auto-Avaliação da FDUP,
Luísa Neto
Porto e FDUP, 8 de Outubro de 2007"
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A primeira reunião do Conselho Editorial irá decorrer no próximo dia 18 (Quinta-feira), às 13h, no sítio do costume (Sala de reuniões da AE)!
De Segunda a Quinta: 10.00h às 22.00H
De Sexta a Domingo e Feriados: 10.00h às 24.00h
Preço dos Bilhetes:
4€ Público em geral 2€ Clientes Caixa Geral de Depósitos; Grupos (+ de 15 pessoas); Seniores (+ de 65 anos); Estudantes
Gratuito: Crianças até aos 12 anos
Bip.......Bip.......Bip.......Bip......Bip......Bip.....Bi...................................................................................................................................
- 4 comentários • Category: Então ninguém posta nada???
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NOVOS DIREITOS - Luísa Neto - terças-feiras - 10 sessões16 Out - 18 Dez 2007 - das 21:30 às 23:00 - Casa de Serralves
por João Fachana em quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Luísa Neto - Licenciada pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e doutorada pela Universidade do Porto (O direito à disposição sobre o próprio corpo - a relevância da vontade na configuração do regime). Professora Auxiliar e membro dos órgãos de gestão da Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Colabora com outras instituições científicas e universitárias. Actividade de Jurisconsulto em matérias de Direito Público e Medicina Legal
Preço por curso: 150 €
Modalidades de pagamento:
Descontos:
A frequência de um curso dá lugar a um diploma de participação emitido pela Fundação de Serralves.
Informações:
Local de inscrição:
in http://www.serralves.pt/actividades/detalhes.php?id=1206
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Como se não bastasse a tremenda divulgação do nosso jornal além-faculdade, um dos membros do conselho editorial, Francisco Portugal, foi entrevistado no "Festival Paredes de Coura'07". Podem ver o vídeo aqui.
Redacção multimédia no Parlamento... Já não era sem tempo!
por João Fachana em quinta-feira, 19 de julho de 2007
Esta é mais uma aposta da Impresa na área do multimédia. O objectivo é criar uma redacção convergente que produza conteúdos em vídeo, áudio e texto para a SIC, SIC Notícias, SIC online que contará ainda com a colaboração da redacção do Expresso.
“É um projecto de futuro. Pretendemos levar o Parlamento a todo universo do grupo Impresa de uma forma fácil e rápida”, diz Pedro Dias, coordenador de realização da SIC e um dos mentores da nova redacção multiplataforma.
Anabela Neves, repórter parlamentar da SIC e outra das mentoras do projecto, sublinhou que a nova redacção será digital. E que será criada uma página parlamentar no site da SIC, inspirada na página assinada durante vários anos pelo repórter Parlamentar do Expresso, Daniel Reis.
“A ideia é pegar no projecto que o Daniel Reis tinha no papel e transportá-lo para o online. Uma página que produza interactividade com os cidadãos e que os aproxime da AR.”, disse Anabela Neves.
Esta redacção multimédia vai estar equipada com câmaras digitais, câmara robotizada, banda larga e com sistemas de edição e montagem que vão permitir aos jornalistas enviar informação para as redacções de uma maneira muito mais rápida. Os repórteres vão poder estar no plenário e editar textos e enviá-los directamente para a redacção.
Aproximar a política dos cidadãos
Na apresentação do projecto, o presidente do grupo Impresa, Francisco Pinto Balsemão, destacou a importância da iniciativa para a aproximação dos cidadãos à democracia.
“A democracia precisa, cada vez mais, de projectos multimédia que sejam utilizados da melhor maneira para informar os cidadãos. E como o Parlamento é o coração da democracia estamos todos a contribuir para que esta evolua e seja mais perceptível.”
Numa altura em que se discute a concentração de grupos de media, Balsemão sublinhou que “sem grupos fortes [de comunicação social] não se avança para o pluralismo”. Francisco Pinto Balsemão sublinhou ainda, a importância do jornalismo multimédia na estratégia do grupo.
Também presente, o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, elogiou o projecto e lançou o repto a outros grupos de comunicação."
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Rui Henrique Alves
Docente da Faculdade de Economia do Porto
"Tenho de confessar que, sendo euro-entusiasta, fiquei algo desapontado com os resultados do último Conselho Europeu, realizado há poucos dias. É certo que o facto de, após uma quase dramática maratona negocial, ter existido acordo para, finalmente, se concretizar uma reforma institucional capaz de alargar a capacidade de tomada de decisão na União, é, em si mesmo, um resultado positivo, até porque surge após dois anos de enorme indecisão.
É certo, também, que do Conselho saiu, tal como a (actual) presidência portuguesa pedia (e bem), um mandato claro e preciso, indispensável à convocação de uma Conferência Inter-Governamental com elevada probabilidade de sucesso. Aliás, o mandato é tão detalhado que, como alguns já comentaram, pouco faltaria para se ter entregue à nova presidência um Tratado pronto a assinar...
É certo, igualmente, que o mandato aponta para que, no futuro Tratado, fique consagrada uma percentagem muito elevada da Parte I da falhada “Constituição Europeia”, aliás aquela que consagrava os princípios fundamentais da arquitectura da União.
Das negociações e do mandato resulta, contudo, um número razoável de elementos preocupantes ou até negativos que permitem, em alguma medida, admitir que o futuro Tratado (“de Lisboa”?) venha, pela primeira vez na história das revisões de Tratados da actual UE, a constituir-se num verdadeiro recuo do processo de integração, quer na vertente política, quer (pasme-se!) na vertente económica.
Desde logo, a tentativa de ocultar qualquer elemento que fizesse pensar na constituição de uma verdadeira entidade política a nível europeu, algo que, creio, era absolutamente fundamental para dar à União um papel político de dimensão idêntica à sua grandeza económica.
Assim, no Tratado, a palavra (maldita) “Constituição” desaparecerá, os símbolos (moeda única, hino, bandeira) ficarão sem consagração, a designação de “Ministro dos Negócios Estrangeiros” será alterada para “Alto Representante para a Política Externa” (ainda que com as mesmas funções e com uma vice-presidência da Comissão), a Carta dos Direitos Fundamentais não terá direito a surgir explícita, etc.
Depois, apesar de desaparecer a estrutura de “3 pilares”, nem a política externa e de defesa passou a ser objecto de decisão supranacional ou por maioria qualificada, nem parece que o texto do Tratado venha a ser mais transparente do que o dos actuais Tratados, que, aliás, acabam por se manter em vigor.
Por outro lado, a dureza de alguns argumentos usados na negociação fizeram recordar tempos que se julgavam já há muito ultrapassados, lembrando que, afinal de contas, o êxito do processo de integração ainda não permitiu estabelecer o nível de solidariedade que os pais fundadores divisavam como objectivo último.
Mas o pior mesmo parece-me concentrar-se a dois níveis: economia e referendo. No que ao primeiro respeita, a simples hipótese de ser contornado o objectivo fundamental de qualquer processo de integração de mercados - a livre concorrência no espaço integrado - é algo que mostra o quão frágil ainda se manifesta o projecto europeu, mesmo na sua vertente mais desenvolvida, perante a falta de uma construção política forte. Quanto ao segundo aspecto, a simples hipótese de alguns dos elementos negativos acima referidos serem motivados pela necessidade de não dar aos cidadãos a possibilidade de se pronunciarem... bem, essa é simplesmente lamentável..." in Semanário Económico, em 06/07/2007

