Avaliação Institucional

por White Castle em sexta-feira, 12 de outubro de 2007

"AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL


REUNIÕES COM A COMISSÃO DE AVALIAÇÃO

No contexto do processo de avaliação institucional em curso na Universidade do Porto e na FDUP, serão realizadas duas sessões de discussão na Quarta-Feira, dia 24 de Outubro p.f. , de acordo com o seguinte horário:

14h – Estudantes
16h30 – Pessoal docente e não docente

As sessões terão lugar no Salão Nobre.

A Comissão de Auto-Avaliação apela à participação essencial de todos.

A Presidente da Comissão de Auto-Avaliação da FDUP,
Luísa Neto

Porto e FDUP, 8 de Outubro de 2007"
* cópia do e-mail enviado pela aluna Rita Barroso, do Conselho Pedagógico

1.ª reunião do Conselho Editorial

por Tribuna

A primeira reunião do Conselho Editorial irá decorrer no próximo dia 18 (Quinta-feira), às 13h, no sítio do costume (Sala de reuniões da AE)!


Apareçam!!!

Dali no Porto

por White Castle em segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Para quem ainda não foi ver (como é o meu caso!) a exposição "Dali no Porto" encontrar-se-á no Palácio do Freixo até 4 de Novembro!
No total, esta exposição reúne 285 peças (obras originais certificadas), entre desenhos, esculturas e quadros. Trata-se de uma mostra organizada pela Fondazione Metropolitan de Milão, que vai apresentar algumas das mais emblemáticas obras de Salvador Dali que integram a Colecção Clot.
Estarão expostas cinco esculturas monumentais: Mulher Nua subindo a escada, Cavalo com joquéi tropeçando, Homem sobre Golfinho, Perseo, Trajano a Cavalo.De entre as restantes esculturas que poderão ser admiradas nesta Exposição destacam-se Dom Quixote Sentado, Elefante Cósmico, Gala Gradiva, Mercúrio e Divindade Mostruosa.
Quanto aos trabalhos gráficos, destaque para a Bíblia Sagrada, composta por 150 litografias, Fausto (12 litografias), Gargantua e Pantagruel (25 litografias), Tricórnio (20 xilografias), entre outras obras deste pragmático artista catalão.



De Segunda a Quinta: 10.00h às 22.00H
De Sexta a Domingo e Feriados: 10.00h às 24.00h
Preço dos Bilhetes:
4€ Público em geral 2€ Clientes Caixa Geral de Depósitos; Grupos (+ de 15 pessoas); Seniores (+ de 65 anos); Estudantes
Gratuito: Crianças até aos 12 anos

Estado Terminal?

por João Fachana em segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Bip.......Bip.......Bip.......Bip......Bip......Bip.....Bi...................................................................................................................................

NOVOS DIREITOS - Luísa Neto - terças-feiras - 10 sessões16 Out - 18 Dez 2007 - das 21:30 às 23:00 - Casa de Serralves

por João Fachana em quinta-feira, 20 de setembro de 2007


"Enquanto forma de regulação social nunca o Direito se viu tão assediado por uma concepção aberta do humano, nem tão permeável à opinião pública. O programa do seminário aborda criticamente os temas que as mudanças na vida social trazem à regulação desta ciência que deve ser paradigma de coexistência.

1. O Direito e a Pessoa: sujeito ou objecto?

2. O Direito e a vida: novas perplexidades

3. O Direito, a bioética e a biomedicina

4. O Direito e a privacidade: novas ameaças

5. O Direito e a igualdade de género

6. O Direito e as novas famílias

7. O Direito do(ao) ambiente

8. O Direito e a propriedade intelectual e industrial: novos objectos

9. O Direito num Estado plural: cultura e religião

10. O Direito num mundo sem Estado(s)


Luísa Neto - Licenciada pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e doutorada pela Universidade do Porto (O direito à disposição sobre o próprio corpo - a relevância da vontade na configuração do regime). Professora Auxiliar e membro dos órgãos de gestão da Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Colabora com outras instituições científicas e universitárias. Actividade de Jurisconsulto em matérias de Direito Público e Medicina Legal


Esta actividade pertence ao ciclo CICLO DE ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS - CICLO NOVO.


INFORMAÇÕES ÚTEIS :
Preço por curso: 150 €


Modalidades de pagamento:

Pagamento em duas mensalidades. A primeira no acto de inscrição, a segunda até 15 de Novembro de 2007.


Descontos:

10% Amigos de Serralves (excepto amigo professor)

20% Estudantes

Os descontos não são cumulativos.


A frequência de um curso dá lugar a um diploma de participação emitido pela Fundação de Serralves.


Informações:

Assessoria de Desenvolvimento

Rua D. João de Castro, 2104150-417 PORTO

Tel. 226 156 591

Fax 226 156 593



Local de inscrição:

Museu de Serralves

Balcão de informações

Rua D. João de Castro, 210"

in http://www.serralves.pt/actividades/detalhes.php?id=1206

por João Fachana em segunda-feira, 17 de setembro de 2007

REGRESSO ÀS AULAS!

p.s. - já se postava alguma coisa, não?

O Tribuna está em todo o lado!

por João Fachana em terça-feira, 21 de agosto de 2007

Como se não bastasse a tremenda divulgação do nosso jornal além-faculdade, um dos membros do conselho editorial, Francisco Portugal, foi entrevistado no "Festival Paredes de Coura'07". Podem ver o vídeo aqui.

Redacção multimédia no Parlamento... Já não era sem tempo!

por João Fachana em quinta-feira, 19 de julho de 2007



Impresa vai ter redacção multimédia no Parlamento


"O grupo Impresa vai ter até ao fim do ano uma redacção multimédia a funcionar no Parlamento. O projecto pioneiro, a nascer pela iniciativa da SIC, foi apresentado, hoje de manhã, na Assembleia da República (AR), e contou com a presença do presidente do grupo, Francisco Pinto Balsemão e de Jaime Gama, presidente do Parlamento.
Esta é mais uma aposta da Impresa na área do multimédia. O objectivo é criar uma redacção convergente que produza conteúdos em vídeo, áudio e texto para a SIC, SIC Notícias, SIC online que contará ainda com a colaboração da redacção do Expresso.
“É um projecto de futuro. Pretendemos levar o Parlamento a todo universo do grupo Impresa de uma forma fácil e rápida”, diz Pedro Dias, coordenador de realização da SIC e um dos mentores da nova redacção multiplataforma.
Anabela Neves, repórter parlamentar da SIC e outra das mentoras do projecto, sublinhou que a nova redacção será digital. E que será criada uma página parlamentar no site da SIC, inspirada na página assinada durante vários anos pelo repórter Parlamentar do Expresso, Daniel Reis.
“A ideia é pegar no projecto que o Daniel Reis tinha no papel e transportá-lo para o online. Uma página que produza interactividade com os cidadãos e que os aproxime da AR.”, disse Anabela Neves.
Esta redacção multimédia vai estar equipada com câmaras digitais, câmara robotizada, banda larga e com sistemas de edição e montagem que vão permitir aos jornalistas enviar informação para as redacções de uma maneira muito mais rápida. Os repórteres vão poder estar no plenário e editar textos e enviá-los directamente para a redacção.
Aproximar a política dos cidadãos
Na apresentação do projecto, o presidente do grupo Impresa, Francisco Pinto Balsemão, destacou a importância da iniciativa para a aproximação dos cidadãos à democracia.
“A democracia precisa, cada vez mais, de projectos multimédia que sejam utilizados da melhor maneira para informar os cidadãos. E como o Parlamento é o coração da democracia estamos todos a contribuir para que esta evolua e seja mais perceptível.”
Numa altura em que se discute a concentração de grupos de media, Balsemão sublinhou que “sem grupos fortes [de comunicação social] não se avança para o pluralismo”. Francisco Pinto Balsemão sublinhou ainda, a importância do jornalismo multimédia na estratégia do grupo.
Também presente, o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, elogiou o projecto e lançou o repto a outros grupos de comunicação."

Carolina Reis, in Expresso.pt (18 Julho, 2007)


Já era mais que tempo da A.R. aderir às novas tecnologias e, promover uma maior aproximação entre a democracia e os cidadãos. Parabéns à Impresa e à Sic pela ideia inovadora que espero francamente que resulte! A isto se chama Serviço Público!

O “Tratado de Lisboa”: Avanço ou Recuo?

por White Castle em segunda-feira, 16 de julho de 2007



O “Tratado de Lisboa”: Avanço ou Recuo?


Rui Henrique Alves
Docente da Faculdade de Economia do Porto



"Tenho de confessar que, sendo euro-entusiasta, fiquei algo desapontado com os resultados do último Conselho Europeu, realizado há poucos dias. É certo que o facto de, após uma quase dramática maratona negocial, ter existido acordo para, finalmente, se concretizar uma reforma institucional capaz de alargar a capacidade de tomada de decisão na União, é, em si mesmo, um resultado positivo, até porque surge após dois anos de enorme indecisão.

É certo, também, que do Conselho saiu, tal como a (actual) presidência portuguesa pedia (e bem), um mandato claro e preciso, indispensável à convocação de uma Conferência Inter-Governamental com elevada probabilidade de sucesso. Aliás, o mandato é tão detalhado que, como alguns já comentaram, pouco faltaria para se ter entregue à nova presidência um Tratado pronto a assinar...

É certo, igualmente, que o mandato aponta para que, no futuro Tratado, fique consagrada uma percentagem muito elevada da Parte I da falhada “Constituição Europeia”, aliás aquela que consagrava os princípios fundamentais da arquitectura da União.

Das negociações e do mandato resulta, contudo, um número razoável de elementos preocupantes ou até negativos que permitem, em alguma medida, admitir que o futuro Tratado (“de Lisboa”?) venha, pela primeira vez na história das revisões de Tratados da actual UE, a constituir-se num verdadeiro recuo do processo de integração, quer na vertente política, quer (pasme-se!) na vertente económica.

Desde logo, a tentativa de ocultar qualquer elemento que fizesse pensar na constituição de uma verdadeira entidade política a nível europeu, algo que, creio, era absolutamente fundamental para dar à União um papel político de dimensão idêntica à sua grandeza económica.

Assim, no Tratado, a palavra (maldita) “Constituição” desaparecerá, os símbolos (moeda única, hino, bandeira) ficarão sem consagração, a designação de “Ministro dos Negócios Estrangeiros” será alterada para “Alto Representante para a Política Externa” (ainda que com as mesmas funções e com uma vice-presidência da Comissão), a Carta dos Direitos Fundamentais não terá direito a surgir explícita, etc.

Depois, apesar de desaparecer a estrutura de “3 pilares”, nem a política externa e de defesa passou a ser objecto de decisão supranacional ou por maioria qualificada, nem parece que o texto do Tratado venha a ser mais transparente do que o dos actuais Tratados, que, aliás, acabam por se manter em vigor.

Por outro lado, a dureza de alguns argumentos usados na negociação fizeram recordar tempos que se julgavam já há muito ultrapassados, lembrando que, afinal de contas, o êxito do processo de integração ainda não permitiu estabelecer o nível de solidariedade que os pais fundadores divisavam como objectivo último.

Mas o pior mesmo parece-me concentrar-se a dois níveis: economia e referendo. No que ao primeiro respeita, a simples hipótese de ser contornado o objectivo fundamental de qualquer processo de integração de mercados - a livre concorrência no espaço integrado - é algo que mostra o quão frágil ainda se manifesta o projecto europeu, mesmo na sua vertente mais desenvolvida, perante a falta de uma construção política forte. Quanto ao segundo aspecto, a simples hipótese de alguns dos elementos negativos acima referidos serem motivados pela necessidade de não dar aos cidadãos a possibilidade de se pronunciarem... bem, essa é simplesmente lamentável..." in Semanário Económico, em 06/07/2007

Os Fins e os Meios...

por Pedro Silva em segunda-feira, 9 de julho de 2007

Fidel diz que assassino da CIA tinha poucas hipóteses de matá-lo


Convalescente, Fidel Castro afirmou que o homem que a CIA contratou para o envenenar, no início dos anos 60, não teria conseguido aproximar-se o suficiente para ser bem sucedido na tentativa de assassinato
Castro, no mais recente editorial do Granman, afirmou que o plano para o assassinar foi apenas um de muitos. A CIA revelou, no mês passado, centenas de páginas de registos secretos dos piores abusos ilegais em nome da política americana.
Os documentos da CIA descrevem algumas das tentativas iniciais para matar Fidel Castro com a ajuda da Máfia,
que estava furiosa por ter perdido o rentável domínio dos casinos de Cuba.
De acordo com os documentos divulgados, o assassino Juan Orta administraria seis pílulas de veneno a Fidel. Orta movia-se no negócio dos casinos e, ao mesmo tempo, tinha acesso ao líder comunista. O responsável não executou o plano.
Castro escreveu que Orta estava ligado a exilados nos EUA e outros imigrantes antes da revolução, e que em certa época privou frequentemente com o líder cubano.
«Esse traidor do Orta recebeu dinheiro da Máfia para ajudar na reabertura de casinos», escreveu Fidel. «Quando ele recebeu o veneno, ao contrário de outras situações, havia muito poucas hipóteses de vê-lo. Eu estava completamente ocupado com outros assuntos».

Fonte: SOL


Ao passar uma vista de olhos nas várias notícias descobri esta que me levantou uma questão que me parece de todo importante; é a velha questão dos Fins que justificam os meios, e este é um exemplo claro de como a Administração Norte Americana munida da sua arrogância habitual tentou por varias vezes e ainda o faz actualmente interferir nas questões internas dos Países independentes… Na altura alegaram a questão da defesa nacional, mas se olharmos para trás a Alemanha Nazi também se serviu deste mesmo argumento para invadir a Polónia e se expandir para o Leste, foram questões de necessidade territorial e para combater o inimigo Soviético diziam os Nazis na altura e agora vemos que afinal a Nobre e Grande Democracia dos U.S.A. faz exactamente o mesmo relativamente a um País como Cuba (e isto para não falar de Venezuela, Iraque, etc.) que não representa nenhuma ameaça real, apenas por pura teimosia e grandes interesses económicos… Até quando vamos suportar estas ingerências de Estados nos assuntos internos de outros Estados? Será que os Fins justificam mesmo os meios? Porque motivo teremos de adoptar á força o modelo de governação e de vida Norte Americana? Não serão estas tentativas sucessivas de imposição de um modelo e interferências uma violação grave do Direiro Internacional e até mesmo dos Direitos do Homem? Ficam as respostas á consideração de cada um…

Saudações a todos!!!

Marquês