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Chegou a Primavera

por D. em quarta-feira, 23 de março de 2011

E nem a propósito, chegaram novas canções:



O álbum, assim como quem apenas ainda ouviu umas cinco vezes, é diferente dos outros. Como uma viagem ao início dos anos 80 e ao rock que se fazia nessa altura. O resto, fica para vocês decidirem.

Control

por D. em segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Do realizador Anton Corbijn, inspirado no livro escrito pela viúva de Ian Curtis, Deborah Curtis, Control (2007), é a biografia de uma das personagens mais importantes do rock, mais precisamente do pós-punk: Curtis, vocalista dos Joy Division, banda formada em 1976, em Salford, nos subúrbios de Manchester. E provavelmente não mereceria destaque, o que acontece aliás com a maioria dos filmes biográficos, contudo, Sam Riley faz com que o filme salte um bocado fora da ideia de biografia, encarnando a personagem na perfeição, como se fosse uma mera personagem de um qualquer filme. Aliás, de muitos filmes biográfico que já vi, nunca tinha visto nenhum em que as semelhanças fossem tantas. E para tal basta ver os vídeos que espalhados pela internet e compará-los com os excertos do filme (aliás, alguns dos vídeos têm correspondência no filme e muitos estão identificados enquanto da banda, quando na realidade são excertos do filme).

O que ajuda o filme a ganhar uma dimensão perturbadora, especialmente quando Curtis não encaixa no estereótipo de músico morto precocemente devido ao consumo de drogas e álcool. Pelo contrário: à personagem melancólica, apagada, cinzenta, poeticamente torturada e deprimida que torna os Joy Division num daqueles casos raros de música desaconselhada para quem está triste (embora também não aconselhável a alguém que está bem disposto e que pretende ouvir um cd inteiro), junta-se a interpretação perfeita de Riley, encarnando o medo que Curtis desenvolve da epilepsia, quando num dia vê à sua frente uma mulher a ter um ataque, descobrindo mais tarde que ele próprio é epiléptico. O que o começa a consumir cada vez mais, especialmente porque os ataques passam a ser constantes em palco devido às luzes e à pressão dos concertos, fazendo com que a sua dança se torne bastante famosa (o que não deixa de ser mórbido) e com que tenha cada vez mais dificuldade em lidar com a fama em ascensão. Depois de tentar frustradamente o suicídio por overdose de comprimidos para a epilepsia, e antes do início da tournée americana, Curtis enforca-se na cozinha de Deborah ao som de The Idiot de Iggy Pop, quando tinha apenas 23 anos, deixando para trás um dos mais importantes legados da música actual (não é com dificuldade que se encontra um punhado de bandas recentes que tentam imitar o semblante de Curtis) e o nascimento dos New Order (que foram pioneiros na mistura entre a electrónica e o rock, a qual já estava presente nos Joy division).



por D. em sábado, 27 de março de 2010

Quase directamente da Venezuela, anuncio a este nobre blogue que já sei como trabalhar no site da ryanair e que já sei como viajar para Eindhoven a pagar menos do que daqui a Lisboa e para Madrid a pagar o mesmo que daqui a Coimbra. E sim, é extraordinário! Viva a República da Irlanda por tomar este tipo de iniciativas de índole comunitária.
Cedo esperamos conseguir o mesmo com rotas para a América Latina.

Adenda: consigo ainda ir do Porto a Oslo, passando por Faro, por 20€, ou seja, também menos do que ir a Lisboa.

A coluna sempre atrasada

por D. em domingo, 21 de março de 2010

Chega de novo esta semana no dia seguinte ao que era suposto. Mas não tomarei de qualquer forma o vosso tempo. Vicissitudes da vida para as quais não fomos preparados durante 21 anos, acabam por dar conta da nossa saúde. E assim, irei retirar-me para o silêncio da ausência de televisões, beber um cházinho gostoso e fazer de conta que nada está a acontecer. Irei criar o meu próprio Goodbye Lenine, numa vertente apolítica, mas na mesma sofrida. Até lá, vou manter-me um Blackout sobre qualquer assunto que envolva a cor azul.

Publicidade enganosa?

por D. em domingo, 14 de março de 2010

Secretamente tento descobrir qual a técnica de conseguir efectivamente os tão prometidos bilhetes a 5€ e 8€ que constantemente são anunciados em promoções ryanair. Porque eu na minha boa-fé vou sempre procurar nas datas que eles indicam e nunca tem nada a esse preço. Haverá algum truque especial? Já alguém teve sucesso e deseja partilhar a sua experiência enriquecedora? Serão as promoções uma mera miragem para fazer sonhar jovens que contam os trocos na ânsia de poder visitar uma cidade europeia com 200€? Serei eu apenas uma taralhoca que não sabe fazer pesquisas ryanair?

Contra

por D. em sábado, 6 de março de 2010

É também o nome dado aos rebeldes que combateram contra a Revolução Sandinista na Nicarágua e felizmente, a minha perspicácia não foi traída: efectivamente o nome do novo álbum dos Vampire Weekend pretende evocar a memória dos Contra. Tudo tem uma razão. E assim o dita a crítica feita no All music ao mesmo álbum, que confirma essa primeira impressão relativamente à escolha do nome. Dizem eles que faz o contraste com a foto da jovem loira e bem arranjada de pólo Ralph Lauren que dá cor à capa. A esta parte não tinha eu ainda chegado na análise da estética do álbum.

Os Vampire Weekend surgiram em 2007, vindos de Nova Iorque e lançando assim ao ar uma sonoridade que ia buscar tanta coisa que era estranha. Tão estranha que foi caracterizada de Upper West Side Soweto (pela própria banda), o que se torna bastante impossível e incoerente de tradução, mas que basicamente se encerra numa mistura entre indie rock, com precursões saídas de uma qualquer savana africana e que em Contra, se mistura com sonoridades electrónicas. Ou seja, basicamente percorrer um álbum do início ao fim dos Vampire Weekend é fazer uma viagem, bastante agradável por variadas coisas, todas diferentes entre si, todas frescas e sem preocupação: lamento informar, mas em grande medida as letras não fazem grande sentido.

Claro que Contra é diferente do homónimo álbum de estreia, existe aqui uma componente introduzida pela electrónica que torna as canções em possíveis banda-sonoras de jogos de plataforma, tornando-as ao mesmo tempo descomprometidas e bem-humoradas. White Sky é aliás a melhor amostra dessa conjugação entre as precursões e os sons computorizados, sendo que é vocalmente impossível atingir o tom de voz dos “uhuh” que funcionam como refrão, ou pelo menos se algum de vós conseguir gostava de assistir pessoalmente. Claro que de vez em quando haverá a tendência para simplesmente começar a saltar e fazer de conta que se está num qualquer festival poeirento.

E o fim, o fim de Contra traz a lucidez: I think you are a contra tem provavelmente a letra melhor conseguida da banda até agora, repousando ao mesmo tempo a sonoridade, acalmando as batidas frenéticas. Será provavelmente uma página aberta, ou um cd aberto, para aquilo que virá a seguir. Se há coisa prezável numa banda, é precisamente a capacidade de inovar.




Reflexão científica

por D. em sábado, 26 de dezembro de 2009

Estive durante algumas horas a tentar perceber o que leva uma pessoa a empurrar e atirar um idoso ao chão, principalmente quando ele se encontra claramente debilitado pela idade já avançada. E a verdade é que não consigo encontrar um bom motivo para alguém se comportar desse modo! Talvez fosse necessidade extrema de aparecer na televisão, ou se calhar até eram mesmo perturbações mentais. Ou quiçá, tratava-se apenas de uma má pessoa, daquelas que existem aos magotes, mas que normalmente não estão tentadas a mostra-lo na televisão para que toda a gente possa saber.
Tem que haver sempre alguma notícia capaz de marcar o natal com um polémico assunto de conversa.

Coisas perturbadoras

por D. em domingo, 29 de novembro de 2009

Ontem passou na Sic notícias, no programa Toda a Verdade, mais um documentário assinado pela BBC, o que por si atesta a qualidade do mesmo. Desta vez a reportagem foi feita em Fresno, na Califórnia, também conhecida e simpaticamente apelidada pelos seus moradores como a Capital Mundial das metanfetaminas.

Para quem não sabe, as metanfetaminas são derivados das anfetaminas (estimulantes do sistema nervoso que provocam aumentos consideráveis de energia por quem as consome), e são facilmente manipuláveis em laboratórios caseiros. Normalmente são conhecidas por Ice ou Speed e podem ser ingeridas de várias formas, actuando rapidamente.

Ora, já tinha visto no mesmo canal uma reportagem sobre as metanfetaminas e a forma como o seu consumo é generalizado nos países orientais, pois têm a capacidade de deixar as pessoas frenéticas durante dias a fio sem dormir, o que em países como a Malásia e Tailândia é usado em trabalhadores de modo a produzirem sem parar durante uma semana, sendo depois despedidos porque os cérebros ficam irremediavelmente danificados. Aliás, o fenómeno está a atingir proporções tão incríveis que existem vários ataques nas ruas provocados por pessoas que ficaram em permanente estado de paranóia depois de passarem duas semanas seguidas a trabalhar sob o efeito de metanfetaminas. Em pesquisa na internet descobri que elas são muito populares na Ásia, pois durante a Segunda Guerra Mundial foram aperfeiçoadas no Japão de modo a terem os soldados sempre alerta sem sentirem a fadiga.

Contudo, a reportagem sobre Fresno era bastante mais chocante do que a reportagem sobre a Ásia, pois na cidade californiana descobrimos que toda a população ou pelo menos uma grande fatia da população, as consume diariamente como se fosse a coisa mais normal de se fazer entre amigos e entre família. E o pior é que o fazem considerando que existem coisas bem piores e que até se poderiam curar, mas não o desejam. Aliás, o facto de as metanfetaminas não criarem dependência física, mas apenas psicológica justifica talvez o facto de muitos deles terem um ar perfeitamente normal, embora na realidade fossem viciados.

E o jornalista da BBC vai tendo contacto com histórias fantásticas, além de descobrir que quase todos tinham mesmo muitos filhos, quase todos colocados em programas de adopção ou em lares de acolhimento, devido ao vício dos pais. Aliás, quando questiona um homem sobre o facto de ele ter preferido as drogas aos filhos, eles responde simplesmente que tal não é verdade, que gosta mesmo muito dos filhos e que gostava de estar com eles, mas que adorava também drogar-se e sabe que isso seria mau para eles. Sendo este o mesmo homem que viciado juntamente com a mulher, tomou a decisão de que seria útil prostitui-la para poderem pagar o consumo de 700 dólares por semana em metanfetaminas. É uma bela história de amor esta.

Pelo meio conhecemos ainda um outro viciado que se considerava um empresário, pois a única coisa que fazia era receber material roubado e depois vendê-lo pelo preço que achava justo; e um casal de irmãos que consumia e a seguir sentia a necessidade de fazer sexo de modo a poderem estar os dois mais juntos.

O mais impressionante de tudo é que as crianças que não eram retiradas aos pais conviviam normalmente com o consumo descontrolado de drogas pelos pais e vizinhos.

No fim, descobrimos contudo algo fascinante: ter de limpar a casa é uma coisa muito ruim. Isto porque uma das senhoras entrevistadas voltou a consumir metanfetaminas, quando percebeu que tinha de limpar a casa toda e decidiu que seria muito mais rápido fazê-lo com ajuda química. Contudo, depois a senhora revela que passou seis horas a limpar a mesma coisa, tendo demorado mais tempo do que pensou que ia demorar sóbria. Como ela bem constatou “Algumas pessoas tomam café, eu tomo metanfetaminas”.

Curiosa com a cidade, resolvi ir pesquisar algumas coisas sobre ela na net. E no site oficial, embora haja uma secção dedicada a turistas e várias outras coisas sobre a cidade, oficialmente ela ainda não resolveu adoptar o apelido de Capital Mundial das Metanfetaminas, vá-se lá saber porquê.

Navegando pela internet

por D. em sábado, 7 de novembro de 2009

Existe sempre alguma coisa fascinante e inesperada que se descobre. Neste caso, a surpresa veio do site da CIA, sim, da Central Intelligence Agency, que faz o delírio e aguça o apetite de cada pequeno espião que existe dentro de nós nos filmes, entre tramas, bombas, códigos e descobertas que salvam o mundo. Enquanto navegava pelo site oficial descobri que existe uma página dedicada às crianças onde podemos encontrar jogos. E devo confessar que as perguntas até são estimulantes, bem como os jogos de descobrir o que dizem os códigos.
Claro que existe uma pequena probabilidade de esta página estar criada para apanhar terroristas que não sabem o que fazer com os seus tempos livres, até porque dificilmente imagino uma criança a ir especificamente ao site da CIA para fazer uns puzzles.

Novamente fora de horas...

por D. em domingo, 1 de novembro de 2009

A minh'Alma fugiu pela Torre Eiffel acima,
- A verdade é esta, não nos criemos mais ilusões-
Fugiu, mas foi apanhada pela antena da T.S.F
Que a transmitiu pelo infinito em ondas hertzianas...

(Em todo o caso que belo fim para a minha Alma!...)

Mário de Sá Carneiro, Paris, Agosto de 1915

Que mais transmitem as antena da TSF?


Fora de horas

por D. em domingo, 25 de outubro de 2009

Agora que o tempo quente parece ter de vez feito as suas malas, voltam-se a abrir-se certas gavetas e portas de armários que estavam fechadas. Saem aquelas pequenas coisas que quando o calor lá fora aperta, não precisam sequer de adornar os pescoços ou tapar os braços ou cobrir bem os pés para não se morrer de frio. Fecham-se de vez outras gavetas que só se vão abrir daqui a muitos meses e começa-se a fazer contas aos retratos e postais escritos durante o verão. Nos blocos perdidos pelas secretárias e outras gavetas encontram-se coisas e notas sobre coisas que se deveria ter feito dentro daquela época específica. Existe porventura a tentação de riscar as que foram cumpridas, mas muita coisa ficou por fazer. E recorda-se o último banho de mar, quando ainda havia calor e se estava numa costa muito longe das águas geladas que aqui nos banham. E talvez devessem ter sido mais as tardes a ler livros nos jardins de múltiplas línguas que o palácio oferece, deitados sobre a cidade. E é sempre bom regressar à cidade que serve de base para todas as outras e caminhar sem horas no pulso pelas ruas e por todos os edifícios onde se tem vontade de entrar. Os cafés juntos de turistas e sempre o rio a servir de banda sonora a gargalhadas que se dão em grupo.

Talvez no verão se sorria mais. Também se dorme mais e se tem mais tempo para fazer aquelas coisas de que se gosta mesmo. Muitos voltam para casa e pode-se de novo viver coisas que já não se faziam há muito tempo. O pior de tudo é que o inverno nos rouba os pôr-do-sol com cores variadas e garridas. Traz a noite ainda mais cedo. E embora um dia cresça, todos os outros ficam mais pequenos e a seriedade volta aos nossos lábios. As mãos e os pés ficam frios e a cama torna-se um convite ainda mais agradável. Quase não há vontade de fazer nada que implique sair de casa, e os filmes saltam das prateleiras para serem vistos. Mas às vezes até disso há preguiça. Tal como de pegar nos livros e ler.

São sempre preguiçosos os primeiros dias que antecedem a chegada do inverno.

Os nossos vizinhos

por D. em sábado, 17 de outubro de 2009

Quando mudámos de casa, existe sempre a possibilidade de voltarmos a ver os nossos antigos vizinhos, mas nunca imaginámos que seria desta forma!

Top mais

por D. em sábado, 10 de outubro de 2009

Hoje enquanto acabava o meu almoço fui premiada por uma edição deste já tão mítico programa musical do canal público de televisão. Desta vez o grande destaque ia para os Amália Hoje, dos quais ouvi pela primeira vez falar em tom de sátira num dos programas dos Contemporâneos. Percebi que não seria a primeira vez que o top mais dedicava um programa a essa nova banda que reúne músicos portugueses que dão nova voz a canções de Amália.
Provavelmente sou eu que tenho um grande preconceito, mas quer-me parecer que não passa de um projecto que decidiu ganhar uns trocos à custa da Amália, aproveitando ao mesmo tempo para projectar as bandas a que cada um pertence. Quanto ao sucesso que os rodeia, permito não tecer considerações sobre esse aspecto.

Votar em Valongo é uma alegria!

por D. em sábado, 3 de outubro de 2009

Claro que a alegria quando se tem a oportunidade de passar por Tino junto com os seus apoiantes dentro do seu TinoMóvel.

Paulinho, o desorientado

por D. em sábado, 26 de setembro de 2009

Em véspera de eleições e depois de pela última vez os telejornais terem lançado um olhar pelas campanhas, não pude deixar de notar que Paulo Portas anda perdido pelos caminhos da ideologia. Cedo se percebe que o CDS é um partido que luta pela credibilidade que perde com um líder também ele pouco credível nas palavras. Mas como se isso não bastasse, Portas, o líder, aproveitou a campanha para dizer mal de um partido do qual tem apenas 0.000001% de probabilidades de vir a conquistar votos: o Bloco de esquerda. O mais estranho é que o fez criticando a esquerda por criar um bicho papão da direita, quando ele e os seus se limitaram a criar um bicho papão do Bloco de esquerda, pronto a matar crianças, disseminar a homossexualidade, nacionalizar até os sapatos das gentes, deixar todos os criminosos impunes e trazer mais e mais imigrantes que além de nos causarem a nós o desemprego ainda vêm dedicar-se à criminalidade violenta, porque isso é coisa que português não faz.

Claro que o auge de toda essa campanha anti BE foi atingida com Portas afirmando que ele gosta muito de estar entre as peixeiras, enquanto que Louçã não o faz. Acrescentou ainda no seu tom de ironia confiante, que apesar de ele muito visitar as peixeiras, é a ele que Louçã chama racista. Ora, tendo bastante a noção de que o CDS não estava a disputar nada com o BE, porque os dois partidos têm públicos muito diferentes, confesso que não encontro uma razão lógica para Portas e o os seus amigos terem gasto o seu tempo a atacar o outro extremo. Ainda por cima, ao invés de atacarem Louçã e o Bloco com argumentos viáveis, preferiram apenas ir lançando ideias soltas e erradas sobre o programa eleitoral do BE exagerando vários aspectos, falando de coisas que lá não estão escritas e trazendo ainda para cima da mesa a Albânia comunista, enquanto modelo de país governado por um partido como o BE. Claro que nada bate Portas a chamar Salazar a Louçã perante uma plateia de idosos (e talvez aqui ele tenha conseguido que o BE ganhasse mais uns votos, pois há muito idoso que não resiste a um Salazar).

Da soma de todas estas ideias sem dúvida que se pode concluir que o problema de Portas com o BE é um problema de irmãos mais velhos. Pena que quem dirige a campanha não tinha dito ao Paulinho que passou estes meses a apontar para o alvo errado.