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ooh weeeeee

por Francisco em segunda-feira, 7 de março de 2011

CHICOTE

por Francisco em segunda-feira, 1 de novembro de 2010




Site:
http://www.chicote-mag.com/

Descrição da empresa:
Chicote — vai doer!
revista de Cidades e Vãos de escada
Largo da Graça 82, Villa Sousa, Porta 3, 2º - 1170-165 Lisboa

arquitectura, artes visuais, cinema, design, escrita, fotografia, ilustração, moda, meios interactivos, rádio, música, performance, teatro, vídeo, ecologia e indústrias criativas

Missão:
Promove o cosmopolitismo cultural, estimula a criatividade, defende as indústrias criativas, promove a internacionalização dos autores e marcas culturais, dissemina as boas práticas criativas, contribui para a formação de públicos urbanos exigentes.

fonte: http://www.facebook.com/pages/CHICOTE/108433699204770#!/pages/CHICOTE/108433699204770?v=info


Primeiro número (Outubro 2010) já nas bancas!

O que têm em comum

por Francisco em quarta-feira, 6 de outubro de 2010

... Bootsy Collins e George Clinton?
Além das letras de amor melosíssimas, ambos fizeram parte - Collins como baixista, Clinton como vocalista - dos míticos Parliament e Funkadelic, duas* das maiores bandas de funk do mundo (e que são praticamente irmãs gémeas - não havia uma grande distinção entre o grupo de amigos que tocava nos Parliament ou nos Funkadelic) nos anos 70 e cujo legado se repercute por tudo o que é bom funk feito nos dias de hoje.

Depois da separação, ambos seguiram carreiras a solo bem sucedidas, e é dessas carreiras que trago dois exemplares, um de cada um, ligados pelo mesmo tema: Amor.
Ambos de sonoridade muito refinada e melodiosa e com letras dulcíssimas. Deliciem-se:

George Clinton - "Pot sharing tots" (álbum Computer Games, 1982)



Bootsy Collins - "What's a telephone bill?" (álbum Ahh...The Name Is Bootsy, Baby!, 1977)



*E os Sly and the Family Stone, claro.

"she raised me like she raised four of her own"

por Francisco em segunda-feira, 1 de março de 2010




"On Coming From A Broken Home", Gill Scott-Heron

à vinda de Braga:

por Francisco em terça-feira, 8 de dezembro de 2009

sempre (ou ainda) ela

por Francisco em terça-feira, 3 de novembro de 2009

"- Tenho uma simpatia pela noite - declarou Owen. - As coisas do mundo deixam de ser abstractas. Todos os estratos e distinções do dia desaparecem na escuridão. A noite é contínua.
- Não importa mentirmos ou dizermos a verdade - acrescentou Kath.
- Espantoso, é exactamente isso".

Don Delillo, Os Nomes

poesia up from the skies

por Francisco em terça-feira, 27 de outubro de 2009

A música é muito, muito bonita. Mas neste momento o tributo que faço é às palavras, aos versos, à poesia. E essa virtuosidade, a de conseguir fazer poesia passível de ser lida e apreciada autonomamente, desligada da música em si, está ao alcance de muitos poucos.

"I just want to talk to you
I wont uh, do you no harm
I just want to know about your different lives
On this is here people farm
I heard some of you got your families
Living in cages tall and cold
And some just stay there and dust away
Past the age of old.
Is this true ?
Please let me talk to you.

I just wanna know about
The rooms behind your minds
Uh do I see a vacuum there
Or am I going blind ?
Or is it just uh, remains of vibrations
And echoes long ago ?
Uh things like love the world and uh
Uh let your fancy flow
Is this true ?
Please let me talk to you
Let me talk to you.

I have lived here before
The days of ice
And of course this is why
Im so concerned
And I come back to find
The stars misplaced
And the smell of a world
That is burned
A smell of a world
That is burned.

Yeah well, maybe, hmm...
Maybe its just a... change of climate
Hmm, hmm...
Well I can dig it
I can dig it baby
I just want to see.

So where do I purchase my ticket ?
Id just like to have a ringside seat
I want to know about the new mother earth
I want to hear and see everything
I want to hear and see everything
I want to hear and see everything
Yeah...

Aww, shucks
If my daddy could see me now
Everything, everything, everything, oh everything"

Jimmy Hendrix, "Up from the skies"

bop bop bop

por Francisco em terça-feira, 20 de outubro de 2009

Poucas bandas me terão arrebatado à primeira como os Duran Duran fizeram. O primeiro escutar e uma imediata atracção. A busca pelas palavras e a segunda atracção. Um disco ouvido do princípio ao fim e o êxtase.
Assim foi com o álbum de nome homónimo, de 1981.

Planet Earth


"Only came outside to watch the nightfall with the rain
I heard you making patterns rhyme
Like some new romantic looking for the tv sound
Youll see Im right some other time

Look now, look all around, theres no sign of life
Voices, another sound, can you hear me now?
This is planet earth youre looking at planet earth
Bop bop bop bop bop bop bop bop this is planet earth

My head is stuck on something precious
Let me know if youre coming down to land
Is there anybody out there trying to get through?
My eyes are so cloudy I cant see you

Look now, look all around, theres no sign of life
Voices, another sound, can you hear me now?
This is planet earth youre looking at planet earth

Bop bop bop bop bop bop bop bop this is planet earth

Bop bop bop bop bop bop bop bop calling planet earth

Bop bop bop bop bop bop bop bop looking at planet earth

Bop bop bop bop bop bop bop bop this is planet earth"


nota: De certa forma, fico um pouco aborrecido por um fogacho como é este post - e que faz tão bem jus ao epíteto da minha coluna - sobrepor-se na figuração da página do blog à reflexão do Tiago, que, justamente, mereceria maior destaque. Mas circunstâncias logísticas assim o implicam. Ou, como diria o próprio Tiago: "vicissitudes, meu amigo". :)

os fogachos

por Francisco em terça-feira, 6 de outubro de 2009

... passaram a ser à terça feira, na companhia de tão ilustre companheiro de redacção.

E hoje, o fogacho é ainda menos do que isso.
É um sonolento crepitar, um novelozinho de luz. Luz pouca, que o espírito não está para mais...
Anseiam-se labaredas. A mansidão desta chama dócil só engana quem não sente o calor rosando o rosto... só engana quem não sabe o quanto queima.
Labaredas, água. Venha uma delas.

Errâncias + Grande Entrevista =

por Francisco em quarta-feira, 30 de setembro de 2009



ilha de Lanzarote.

vasculhando

por Francisco em quarta-feira, 23 de setembro de 2009

as memórias do TRIBUNA, encontro no nº 2, de Dezembro de 1997 (!), a seguinte citação (na rubrica Pensamentos):

"A idade não nos protege do amor.
Mas, até certo ponto, o amor protege-nos da idade".
Jeanne Moreau

Discordo da primeira afirmação (embora suspeite de que possa estar a interpretar o "protege" de forma diferente da da autora). Mas alinho na segunda (e aqui esse mesmo termo já deixa de ser dúbio).

as pedras no caminho

por Francisco em quarta-feira, 29 de abril de 2009

Apareceu de rompante
falou de pedras e ruas
e sorriu estranhamente,
Cambaleante.

Pediu um cigarro,
disse que era para o caminho.
respondi que não tinha
embora tivesse o meu amigo.

Não nos queria
assustar
dei-lhe simpatia e à-vontade
e o receio consegui espantar.

E ele lá foi, trabalhar.

(momentos vividos algures entre o real e o sonho na Rua D. João IV à porta da gráfica)

O Errâncias na Linha do Douro

por Francisco em quarta-feira, 15 de abril de 2009



Estes somos nós: curiosos, filisteus, diletantes jornalistas.´
Só que em vez do barquito, é de comboio.
Enfim, dinâmicas de grupo. :)

comigo é o Direito...

por Francisco em quarta-feira, 4 de março de 2009

A etnografia traz-me uma satisfação intelectual: tal como a história, que une os extremos da história do mundo e da minha, assim também ela desvenda ao mesmo tempo a sua razão comum. Ao propor-me estudar o homem, ela liberta-me da dúvida, pois considera nele essas diferenças e modificações que têm sentido para todos os homens, com exclusão daqueles que, peculiares a uma única civilização, se dissolveriam se escolhessemos ficar de fora. Ela tranquiliza, por fim, esse apetite inquieto e destruidor de que falei, garantindo-me uma matéria praticamente inesgotável para a minha reflexão fornecida pela diversidade dos usos, dos costumes e das instituições. Ela reconcilia o meu carácter e a minha vida.

in Tristes Trópicos, Claude Levi-Strauss

Esta é talvez a mais bela declaração de amor a uma, digamos, área de estudo - a Etnografia, neste caso - que já tive oportunidade de conhecer.
Quem sente assim, não estuda. Vive o que estuda. Saberemos nós o que é isso? Ou sequer que é possível?

tão simples quanto complexo (e verdadeiro)

por Francisco em domingo, 11 de janeiro de 2009

O que a liberdade é só pode ser em última instância decido por quem haja de ser livre. Se não for assim, depressa acaba a liberdade, como mostra toda a experiência humana.

Carl Schmitt

É por estas e por outras que eu tenho medo de acabar um curso de Direito a pensar que o Direito consegue alcançar todas as manifestações intelectuais do Homem.

Protection

por Francisco em quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

do album (1994) com o mesmo nome, da autoria dos Massive Attack.
A Wikipédia, citando a Rolling Stone, diz isto do disco: great music for when you're driving around a city at 4 am.
Não ignorando a magistral descrição, acrescento: great music for when you're home alone, seeing darkness through the window and wishing to share something with someone.

fogachos

por Francisco em quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Entre as mulheres
a mulher
uma qualquer
tanto faz
que seja dada
ao prazer
e receba o meu desejo
com a sensualidade
fugaz
que a boca
põe
na colher
ou a língua
põe
no beijo

E veio
ficou o tempo
que dura
um cigarro
na minha boca
ansiosa
Eterno
como se fosse
o último


in Amor Fazer Amor, João Apolinário

percorrendo a lua

por Francisco em quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Encontrei hoje num caderno uma frase por mim escrita há uns tempos, pronunciada por um (grande) amigo meu. Diz respeito a uma conversa que estávamos a ter sobre um local que algumas pessoas frequentam. Mesmo eu sabendo que isto pouco contextualiza a frase, apeteceu-me deixá-la aqui.

"Ainda se fosse um sítio para eles se sentarem e fazerem planos para conquistar o mundo..."

FN

fogachos

por Francisco em terça-feira, 4 de novembro de 2008

No autocarro em direcção a casa.
Aquela altura do dia em que mais aprecio a solidão, se tal é apreciável (creio que sim). Noite, luzes, casas. Alguns carros, algumas pessoas. O recolher romântico ao lar. (Romântico enquanto calmaria e aconchego, não enquanto romance). O meu desejo intenso de vida. E amor. A mulher, novamente.
Ela dizia que sua mãe também sentia algo deste género.
Eu sorria, enquanto ela falava...

FN

talvez

por Francisco em quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Algum desgosto prova muito amor, mas muito desgosto revela demasiada falta de espírito.

de Shakespeare, há uns dias atrás no P2.

Francisco Noronha