Errâncias + Grande Entrevista =

por Francisco em quarta-feira, 30 de setembro de 2009



ilha de Lanzarote.

A tecnologia tem destas coisas...

por Frederico de Sousa Lemos

#31 às terças

por TR em terça-feira, 29 de setembro de 2009

(o que mais me custa no Direito)


De nada serve chegar a uma praça e declarar que a gravidade não existe, por mais argumentos que se avancem. O físico paciente ouvirá atentemente e, resguardando-se nos seus método e objecto, olhará de soslaio, sabendo que a gravidade existe, pois a facilmente assim o demonstra.

O filósofo, também, tem as suas vantagens. A realidade ou é ou não é, ou vai sendo, e o seu método específico, o filosofar, conforta-o: não importam as respostas últimas, importa o que sabemos por agora, precisamos é de nos ir aproximando paulatinamente da verdade das coisas, se verdade houver. Duvida, mas como ergueu a dúvida como razão de viver, feliz está no seu resguardo. O objecto é intrincado, mas lá se encontra delimitado.

Maldição a do jurista. Por mais buscando a solução justa para o caso concreto, não se livra de, em maior ou menor medida, ser fiel à norma. De, por conseguinte, ver ciclicamente mudarem palavras, mudarem vírgulas, de ver o trabalho de anos, seu, eventualmente, e de outros, ir por água abaixo, por o grosso do objecto da dogmática ser o dever-ser constituído. Resta apenas o - frágil - último reduto de reflectir em como deve ser o dever-ser. Ou seja, de já não curar do Direito que está, mas do Direito que vem.

Ronaldo

por Zenhas Mesquita em segunda-feira, 28 de setembro de 2009



Bem sei que estou a fugir ao meu dia da semana para postar, mas não resisti …

Voto excitado

por Inês P. em domingo, 27 de setembro de 2009

"Para mudar de voto, de namorada ou de primeiro-ministro é preciso uma dose de excitação que nos motive"


Domingos Amaral, Correio da Manhã



Espero que todos vocês se sintam, pelo menos, suficientemente excitados para ir votar. É realmente demasiado mau sofrer o opróbrio de, num dia mais azedo, clamar contra a classe política em geral e o vosso Presidente da Junta de Freguesia em particular e ouvir por parte de alguém mais atento: "Mas com que legitimidade é que tu estás para aí a resmungar? Tu nem sequer vais votar!"
Bom domingo a todos!

Moments by William Hoffman

por Ricardo Mesquita

Segui a dica da Angelina e também vou fazer um almoço eleitoral

por Sara Morgado

Hoje é dia de eleições e há qualquer coisa pousada no ar que me faz lembrar quando as festas chegavam a Macondo.
Faz-se um almoço grande cá em casa para todos juntos irmos votar depois. Faz-se um jantar para juntar os amigos e assistir aos resultados das eleições. E entre os dois há uma série de coisas a acontecer: o ir votar e encontrar pessoas e amigos antigos e primos desconhecidos, o ritual de procurar na lista a sala onde estamos, as famílias inteiras, os vendedores que aproveitam a ocasião para venderem pipocas e algodão doce e caramelos e chupas de assobio.
E depois há qualquer coisa miudinha que não sei se é um nervoso ou uma excitação mas que tenho para mim como aquilo que os outros sentem com o futebol. Em tudo parece um campeonato: as projecções a tarde inteira para vermos o pódio, as diferentes cores de cada um e cada um a torcer pelo seu, as zangas entre pessoas que em tudo o resto se dão.
E ainda o melhor de tudo é mandar no campeonato.

Marc Bolan

por Guilherme Silva em sábado, 26 de setembro de 2009

Se David Bowie era o rei do Glam Rock, Mac Bolan era sem duvida o seu príncipe.
Lider dos T-Rex, Marc Bolan era a cara menos sensacionalista do garrido e provocante movimento Glam. Mais deslavado e enraivecido que o "camaleão" Bowie, Bolan era também um atentado à sociedade e cânones culturais vigentes. Todo ele era som, metal, brilho, gloss e eye liner; um paraiso de plástico que arrastou milhares em devaneios e aventuras nem sempre saudáveis.
Mas o Glam Rock morreu. David Bowie fez morrer o seu fascinante alter-ego e recolheu-se nas sombras. Marc Bolan retirou-se também, mas o destino pregou-lhe uma partida, matando-o dentro de um carro poucos anos mais tarde.

E assim terminou um bonito reinado de cor e fantasia.





Esmiuçar a Inércia

por Angelina

De quem não vota é claro!
Em vésperas de eleições legislativas julguei oportuno atentar nesse flagelo nacional que é o desinteresse (crescente) pela política . Porque o “a política somos nós” não é apenas um cliché é efectivamente verdade.
Claro que num país democrático o “nós” é a maioria ,claro que como Estado representativo o “nós” é feito por “eles” nem sempre em nome do “nós”. Mas cabe-nos moldar o governo e não acomodarmo-nos à realidade. Porque o sufrágio não é só um modus operandi, o sufrágio é sim uma conquista e um Direito (que muito custou a conseguir nos trâmites que hoje o conhecemos , principalmente as mulheres) e acima de tudo um verdadeiro dever do cidadão (e também aqui não se trata apenas de um cliché).
Por isso o “Oh não ligo a política” deixa de fazer muito sentido. Assim sendo ,vim por este meio apelar ao voto amanha dia 27 de Setembro.
Obviamente que este discurso não se dirige para os tribuneiros , que enquanto jurisnalistas conscientes, com espírito indagador e empreendedor e principalmente enquanto estudantes de Direito e logo (supostamente) politicamente esclarecidos , não necessitam de tais palavras. Desta forma falo sim para os nossos leitores em geral. E agora vós pensardes (lembrando a dialéctica de um grande prof. do 3º ano )“mas quem lê este blog habitualmente e devido ao conteúdo do mesmo, tem de ser pessoa reflectida” .Sim! Em principio. Mas ainda assim...E porque reflexão não é sinónimo de pensamento político , apelo a que troquem a inércia pelo voto:

-Porque o domingo familiar pode ser igual a ir votar e não necessariamente ir entupir o metro para as 7 bicas e os shopping’s em geral. Então porque não reunir a família na mesma? Até se podia fazer a almoçarada eleitoral ,bem à portuguesa (tudo pelo avanço do país), antes de se ir distribuir as pessoas pelas mesas de voto , porque tudo se faz melhor de barriguinha aconchegada.

-O passeio dos enamorados pode muito bem passar pelo local de voto antes da ida ao cinema e afins ( longe de mim interferir na intimidade da vida privada).

- os mais jovens , não terão por certo a desculpa de falta de informação .Bem sei que as demagogias, as PME´S, os incessáveis debates não são para qualquer um .Mas existe agora um programa (e passo a publicidade) que permite uma abordagem light ( no sentido figurativo humorístico porque em conteúdo nada tem de light ) embora inteligente das campanhas.

-Existem ainda para os mais indisponíveis os youtube’s, e mesmos o sitio online das principais cadeias de TV para (Re)ver algumas pérolas das campanhas. E falo TV porque é indubitavelmente o meio de comunicação mais utilizado para campanha pela sua abrangência. E porque não os mais indecisos perderem umas horinhas no sábado ou mesmo de domingo, a rever o programa de cada partido, aparte os simpatizantes ideológicos é claro ( com os quais não concordo muito mas isso já é outra historia).

Assim , se esta descontente com o governo actual imponha-se, se pretende dar voz aos pequenitos ideológicos manifeste-se, se por outro lado , está contente com o governo actual e pretende consolida-lo e reforça-lo vote ( e julgo que vão precisar).

Em período de reflexão não me permito tomar lados ou (que neste caso contexto fica tão bem ) tomar partidos :) .Até porque não é minha intenção fazê-lo.
Sei por certo e é só por isso que faço aqui campanha, que não votarei numa coisa... que é na inércia. No sentido literal de preguiçite aguda de quem está tão bem no sofázinho a ver filmes e séries do tempo da outra senhora. Inércia de quem se acomoda ao sentimento geral de descontentamento com o País mas que nada faz para o mudar ( e não levará isto a uma manifestação de peso na consciência?) . Inércia mental de quem simplesmente não se quer dar ao trabalho de reflectir.
Não a premeie portanto, pois essa de certeza que nada cumpre , deixa sim é tudo por cumprir. Domingo vote! Nem que seja em branco ...prove que se importa.

Paz&Espada

por Manuel Marques Pinto de Rezende

Primeiro foi o ALCOFDUP, que não era só para políticas, era para tudo.
Foi criado pela Comissão de Curso de 2007/2008, 1º ano.

Depois veio o Há Discussão, que era todo politiquices e assim. Veio gente do Terceiro Anónimo, do Bocas, das Palavras Abstractas, veio gente que nunca blogou antes, veio o Henrique e o Francisco que estavam no Almanaque, e outros que só escreveram um artigo, outros que dois, muitos que nenhum.

O Almanaque foi-se aos poucos. O HD tinha períodos de euforia, e outros de acalmia. Era normal, estava povoado de monárquicos bloquistas, de bloquistas conservadores, de maquiavélicos, de "erasméticos", livre-mercantistas só mais tarde, pró-vidas e pró-mulheres, o que quer que isso seja.

Na altura que publicava mais, o HD morreu. Teve de ser.
É dificil manter um blogue político com tantas opiniões diferentes. Uns vão saindo, todos acabam por deixar de publicar. O único que se vai mantendo, e não é criação da minha geração, é este velhinho Tribuna, que merecia tão mais dinamização. Ou talvez, um critério mais definidor. É que isto das politiquices, digo eu, faz mal às pessoas. Principalmente quando são tantas, tão desvairadas gentes, e tão diferentes.

A história dos blogues acaba por ser a história dos grupos que se conheceram nesse primeiro ano, e depois foram-se academizando, cada um como soube, com políticas e ideologias metidas lá pro meio, muitas criticas literárias e cinemáticas, muitas piadas e ofensas, alianças e desalianças, etc.

Os registos ainda lá estão, para os antigos intervenientes que queiram dar umas valentes risadas.

E a rapaziada nova? Não nos deixam nada para rir um bocadinho?

É que nós fizemos figura de idiotas, claro. Mas ao menos, fizemos um brilharete.

Paulinho, o desorientado

por D.

Em véspera de eleições e depois de pela última vez os telejornais terem lançado um olhar pelas campanhas, não pude deixar de notar que Paulo Portas anda perdido pelos caminhos da ideologia. Cedo se percebe que o CDS é um partido que luta pela credibilidade que perde com um líder também ele pouco credível nas palavras. Mas como se isso não bastasse, Portas, o líder, aproveitou a campanha para dizer mal de um partido do qual tem apenas 0.000001% de probabilidades de vir a conquistar votos: o Bloco de esquerda. O mais estranho é que o fez criticando a esquerda por criar um bicho papão da direita, quando ele e os seus se limitaram a criar um bicho papão do Bloco de esquerda, pronto a matar crianças, disseminar a homossexualidade, nacionalizar até os sapatos das gentes, deixar todos os criminosos impunes e trazer mais e mais imigrantes que além de nos causarem a nós o desemprego ainda vêm dedicar-se à criminalidade violenta, porque isso é coisa que português não faz.

Claro que o auge de toda essa campanha anti BE foi atingida com Portas afirmando que ele gosta muito de estar entre as peixeiras, enquanto que Louçã não o faz. Acrescentou ainda no seu tom de ironia confiante, que apesar de ele muito visitar as peixeiras, é a ele que Louçã chama racista. Ora, tendo bastante a noção de que o CDS não estava a disputar nada com o BE, porque os dois partidos têm públicos muito diferentes, confesso que não encontro uma razão lógica para Portas e o os seus amigos terem gasto o seu tempo a atacar o outro extremo. Ainda por cima, ao invés de atacarem Louçã e o Bloco com argumentos viáveis, preferiram apenas ir lançando ideias soltas e erradas sobre o programa eleitoral do BE exagerando vários aspectos, falando de coisas que lá não estão escritas e trazendo ainda para cima da mesa a Albânia comunista, enquanto modelo de país governado por um partido como o BE. Claro que nada bate Portas a chamar Salazar a Louçã perante uma plateia de idosos (e talvez aqui ele tenha conseguido que o BE ganhasse mais uns votos, pois há muito idoso que não resiste a um Salazar).

Da soma de todas estas ideias sem dúvida que se pode concluir que o problema de Portas com o BE é um problema de irmãos mais velhos. Pena que quem dirige a campanha não tinha dito ao Paulinho que passou estes meses a apontar para o alvo errado.

Tu

por Ricardo Mesquita em sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A graça do teu olhar. Os teus olhos embainhados de uma luz intensa e funda. A tua pele com a volúpia a escorregar-lhe no traço fino e firme das tuas formas. As tuas mãos compridas e os teus dedos longos numa promessa de serenidade. A forma como te rias para mim naquela noite. A mesa comprida e o magnetismo do teu sorriso a prender-me demoradamente a atenção. Os teus ombros numa simetria absoluta e a noite como a moldura perfeita para o teu rosto.
As tuas mãos tocando-me ligeiramente as pernas. Os passos dos teus dedos e o arrepio aceso do desejo. Com os olhos despi-te o mundo e o espaço. Meti no bolso o tempo. E desenhei com a intensidade do olhar a vontade na areia fina da tua pele.
Boiava no ondular sereno do teu corpo e escutava o sono da noite embalado pela doçura dos teus gestos. Seguraste-me a mão debaixo da mesa. Os teus dedos assim presos na carne dos meus. Sempre gostaste das minhas mãos.
As velas soprando luz no carmim suave dos teus lábios. A música suave como um hino à tua beleza despretensiosa. Uma gargalhada acendia-te o rosto e o génio.
No meio das vozes que apenas ouvia sem lhes reparar nos rostos, procuravas o meu olhar. O amor assim trocado era o mais cómodo dos lugares. E lembrava-me das noites em que te amei. A mesma luz vinda do teu sorriso e a música suave da entrega. Os nossos dedos enlaçando-nos os corpos ao que as almas se haviam prometido. Ficavas depois horas com o teu rosto pousado nos meus braços. Os teus olhos fixos nos meus com o silêncio a flutuar no ar suave da respiração cansada. O teu corpo nu com a cidade e as ruas lá em baixo.
Sibilavas palavras quentes e doces no meu ouvido e ficavas lá a derreter-me a pele e a acender a vontade de semear o desejo no serpentear do teu corpo.
Perdia-me com o teu riso infantil e luminoso. Com a forma como o mundo parecia importar pouco no sentido que punhas nas coisas. Como nada parecia importar no estreitar sentido dos teus braços.
E nessa noite, como em todas as outras, tinhas na moldura do teu rosto a talha acesa do meu amor por ti.
Ao passares os teus dedos, de novo, na minha perna a voz escondida sob a pele da noite iluminou o fundo dos meus olhos para ti.
Como as estrelas no céu de uma noite qualquer.

Aquele cuja coluna do blog foi nacionalizada

por Duarte Canotilho

O belicista já la vai... Agora a minha nova coluna de opinião as sextas é a "Aquele cuja coluna foi nacionalizada".

Este post era pa ja estar no meu blog à mais tempo, mas eu julguei que aqui para começar a nova rubrica poderia também ser giro. O post é sobre os cartazes da Elisa Ferreira que estão espalhados pelo Porto.

A doutora Elisa ferreira é a candidata do PS às autarquicas no Porto, (ainda que já tivesse feito saber que se perdesse voltava para Bruxelas...) daí que a cidade esteja cheia de cartazes dela. A parte mais engraçada nem é o facto de os primeiros cartazes terem sido feitos de fotos de há 5 anos atrás, a parte mais engraçada são os slogans utilizados nos cartazes.

Vejamos:



A partir deste cartaz o que é que se conclui??? Que a doutora Elisa Ferreira acha que os idosos do porto não são cidadãos, e só o serão se ela for eleita. Se não for continuarão a ser idosos (que é aquele meio termo entre o lixo e o cidadão!!!!) Portanto para além dos cidadãos e cidadãs do Porto, temos os idosos esse bicho estranho :)

Eu passo todos os dias por 3 cartazes iguais e sempre me fizeram lembrar este sketch antigo do Gato fedorento que IMO é dos mais giros:



"papa papa, até o gervasio já sabe distinguir os velhinhos do RESTO do lixo"
"e o que acontece aos velhos pai?
O que é que interessa filho? já não estorvam!"

Progresso

por Luísa em quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Hoje tinha pensado em falar sobre a pequena encenação realizada por elementos do grupo de teatro no café Progresso.
Juro que já tinha idealizado começar este ano sem um texto egocêntrico ou, como disse um dia o Noronha - cheio de razão-, melodramático. No entanto, infelizmente, ontem magoei-me num pé e, consequentemente, hoje não consigo andar (o que fez com que não fosse assistir, com muita pena minha, à pequena apresentação).
A forma como me consegui magoar foi, simplesmente, surreal.
Entrei no treino de karaté atrasada. Comecei o aquecimento e, enquanto corria para fugir aos pensamentos, dei por mim estatelada no chão. (estatelada é mesmo a palavra certa!). Tentei que o sangue parasse, no entanto, a ferida foi um pouco mais profunda do que eu pensava. Hospital, urgências. Trouxe o que falta ao meu Porto: 4 pontos!
Hoje hoje apercebi-me da quantidade de limitações que alguém que não consegue andar tem e digo-vos... este país não é para todos!

Todos ao Cineclube

por Zenhas Mesquita

por Frederico de Sousa Lemos em quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Caro leitor:

Hoje aconteceu-me algo muito estranho: recebi uma SMS da Direcção-Geral da Saúde. Quer adivinhar o tema? A gripe, claro está! Recomendam-me que caso tenha sintomas, fique em casa (nunca me tinha passado tal coisa pela cabeça!), reforce as medidas de higiene e evite contagiar outros.

Eu acredito que a DGS esteja muito preocupada com a minha saúde, e me queira relembrar de algo tão básico como não sair à rua para contagiar os colegas de trabalho caso esteja com sintomas de gripe... Mas eu não gosto muito que me chateiem! E ler esta SMS foi das coisas menos úteis que fiz nas últimas 24 horas... Principalmente porque meio ano depois de anunciada a pandemia da gripe A, estamos todos já cansados de ouvir falar do assunto.

A propósito do alarmismo exacerbado, e completamente desproporcionado que tem sido feito sobre a Gripe A (e do que há seis anos se previa que ia ser a pandemia da gripe das aves), sugiro a visualização deste vídeo:



E remeto os meus melhores cumprimentos à Dra. Ana Jorge e ao Sr. Director-Geral. Tenho a certeza que têm feito um óptimo trabalho. Mas tenhamos calma...

Saudações,
FSL

LT aka PHILLY GONZALEZ - À Patrão (ft. JOHTTA e MASSAS)

por Zenhas Mesquita

Esta música vai tornar-se o novo hit do Hip Hop nacional. Sem duvida uma grande musica, verdadeiramente À Patrão …



“ Hoje vou beber V.I.P. … “
“ Quando entraste na festa viste quem são/ Pensavas que rockavas mas aqui não … “

Where The Buffalo Roam

por Zenhas Mesquita

“I hate to advocate drugs, alcohol, violence, or insanity to anyone, but they've always worked for me”

Para quem conhece o Jornalista Hunter S Thompson, este é mais um filme sobre a sua vida a recomendar, foi alias o primeiro a ser realizado sobre este homem, ajudando a que a sua popularidade já bem grande, atinge-se o nível de ícone, mais que o homem, aqui surgiu o mito de Hunter S. E de 1980, com Bill Murray a interpretar o escritor, numa actuação brilhante. De rir do inicio ao fim
Não o conheces? Então tudo isto será novo para ti ….



“Buy the ticket, take the ride … “

vasculhando

por Francisco

as memórias do TRIBUNA, encontro no nº 2, de Dezembro de 1997 (!), a seguinte citação (na rubrica Pensamentos):

"A idade não nos protege do amor.
Mas, até certo ponto, o amor protege-nos da idade".
Jeanne Moreau

Discordo da primeira afirmação (embora suspeite de que possa estar a interpretar o "protege" de forma diferente da da autora). Mas alinho na segunda (e aqui esse mesmo termo já deixa de ser dúbio).

exposição "TRIBUNA - 25 NÚMEROS"

por Tribuna

Estão desde hoje em exposição as capas dos 24 números nos 14 anos de história do TRIBUNA. Nos corredores do 1º e 2º andar da FDUP, junto às salas 102, 128, 202 e 227.
Todos convidados! :)

Jornal Tribuna

#30 às terças

por TR em terça-feira, 22 de setembro de 2009

Pensei eu para comigo em não escrever o primeiro post (a inspiração, atendendo ao período do ano, adivinha-se). Melhor dizendo, pensei em escrever um post puramente instrumental, dizendo apenas que, este ano, o quase como acaso das minhas terças caiu e, às terças, passo a escrever numa minha coluna de nome "às terças". Isto porque as razões pelas quais escolhi o quase como acaso foram muito circunstanciais, sendo que, a dada altura do ano lectivo passada, cansei-me dessas três palavras finais.
A segunda nota é sobre o estilo da crónica. Temo que quaisquer características que se lhe pudessem identificar ao longo do ano passado corram risco de subsistência. Ao contrário do ano passado, ou de em parte do ano passado, não disponho, por vezes, do muito tempo que uma crónica exige. Hoje, por exemplo, ainda preparei um texto para aqui colocar. Mas entre pôr o texto em bruto ou esperar para quando estiver pronto, não hesito em deixar o tempo correr.
Por isso, volto na terça-feira cardinal trinta e um, isto é, de hoje a uma semana.

adiada

por Tribuna em segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Por motivos técnicos (que mais haveria de ser?), a exposição "TRIBUNA - 25 NÚMEROS" ficou adiada. A ter lugar ainda esta semana ou já na próxima.

Jornal Tribuna

O homem que perguntou porquê.

por Guilherme Silva

O homem que perguntou porquê, não admirava as armas ou a guerra, porque sabia porquê.
O homem que perguntou porquê, não preferia o dia à noite, e sabia porquê.
O homem que perguntou porquê, desenhava bem com as duas mãos. Não gostava de as distinguir, e estava certo que sabia porquê.
O homem que perguntou porquê, sentia-se sempre sereno e em paz, mas não sabia porquê.
O homem que perguntou porquê, morreu cedo, mas esclarecido.


Assim, como quem não quer a coisa, e sem saber porquê, trouxe-vos hoje a história do homem que perguntou porquê. Quando me perguntarem como a conheço, vou responder que a ouvi em miúdo, numa noite fria em casa dos meus avós, e que eles, como eu, a ouviram em gaiatos, em casa dos seus antepassados. Quando me perguntarem o seu significado, responderei que não sei mesmo, mas que decerto é algo bonito, inteligente e sensato. Quando me perguntarem porquê, responderei que não sei de todo, pois nunca tive a oportunidade de conhecer o homem que perguntou porquê.

Porquê?

25

por Tribuna em domingo, 20 de setembro de 2009



O TRIBUNA CELEBRA NESTE SEMESTRE O SEU 25º NÚMERO EM 14 ANOS DE HISTÓRIA.

A partir de dia 21 Setembro, estarão expostas todas as capas do TRIBUNA (desde o velhinho nº 1) acompanhadas de uma pequena nota histórica. Onde? Pelos corredores da FDUP.
Estão todos convidados, pois claro!

Jornal Tribuna

colunistas

por Tribuna em quarta-feira, 16 de setembro de 2009

As colunas de opinião diárias do blog voltam ao activo a partir da próxima segunda-feira, dia 21.
Dos painel de colunistas do ano anterior, registam-se algumas saídas e as entradas de novos elementos do conselho de redacção do Tribuna: o Frederico Lemos (departamento de Reportagem), que passa a escrever à quarta-feira; e a Inês Pinto (Reportagem, também), à sexta-feira.
Para conferir o painel na íntegra, consulte a barra lateral da direita.

Jornal Tribuna

O Ídolo entre nós

por Tribuna em quarta-feira, 2 de setembro de 2009


(É só um cheirinho, dentro de um vasto repertório)

Parabéns, Sr. Coordenador!